icons.title signature.placeholder Daniel Bortoletto, Igor Siqueira, Rodrigo Cerqueira e Thiago Correia
25/06/2014
21:02

O empate por 0 a 0 com a França não reservou ao zagueiro Frickson Erazo apenas experiências negativas. Único representante do Flamengo na Copa, o jogador teve o nome gritado pela parcela flamenguista do estádio nesta quarta-feira - coro que teve reforço dos equatorianos - e vai guardar a boa recordação, ainda mais por se tratar de uma ovação nunca antes recebida em solo brasileiro.

- Foi a primeira vez que gritaram meu nome no Maracanã, gostei - disse o defensor, que lamentou não ter tido a mesma sorte pelo Rubro-Negro:

- No Flamengo, não tive muita oportunidade de jogar. Tem muita pressão. Senti, da minha perspectiva, que não tive as oportunidades que precisava. Então, quando não há confiança do treinador, fica difícil jogar.

Dizendo estar mais adaptado ao Brasil, Erazo espera que as boas atuações tidas na seleção também o acompanhem no Flamengo.

- A cabeça é importante. Minha cabeça nos primeiros cinco meses não estava bem. Psicologicamente, estava muito mal pelas críticas. É difícil. Tive que me acostumar ao país e consegui - completou.

O Equador terminou a primeira fase da Copa-2014 com quatro pontos, na terceira posição do Grupo E. Além da França, a Suíça se classificou na chave às oitavas de final.