icons.title signature.placeholder João Pires
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12/07/2013
09:30

A exemplo do Brasil, a seleção americana de vôlei está passando por um período de renovação em seu elenco. Se no vice-campeonato da Liga Mundial de 2012 a média de idade era de 31,1 anos, este ano caiu para 27,1. Como parte desta renovação estão os havaianos Kawika e Erik Sohji.

Naturais de Honolulu, no Havaí, os irmãos estarão em quadra nas duas partidas contra o Brasil neste final de semana, válido pela última rodada da primeira fase da Liga Mundial. E é bom que a equipe brasileira tome cuidado, uma vez que eles respiram o vôlei desde a infância e, não à toa, estão na seleção americana.

Kawika e Erik são filhos de Dave Shoji, técnico de vôlei feminino e que já foi quatro vezes campeão nacional à frente da Universidade do Hawaí. E o fato de serem irmãos ainda é mais um ponto positivo dentro de quadra.

- Nós crescemos na academia e jogando vôlei. Aprendemos o esporte cedo e isso facilitou muito. Jogamos juntos por muito tempo fora da seleção. Nós sabemos o que gostamos e o que não gostamos tanto dentro quanto fora da quadra. Desta maneira, fica tudo mais fácil - disse Kawika, ao LANCE!Net. Ele ainda acrescentou que sua mãe, Mary, foi jogadora de basquete no Havaí.

Apesar de estreante na Liga Mundial, Kawika, de 25 anos e que joga de levantador, está há mais tempo na equipe americana e ano passado fez parte da convocação preliminar da liga, além de ter sido campeão da Copa Pan-Americana. Já Erik, dois anos mais novo e líbero, ainda dá seus primeiros passos na equipe e já visa a Olimpíada de 2016.

- Esta liga é uma sensação inédita para alguns, como nós. Os brasileiros vivem situação semelhante, apesar de terem bons atletas remanescentes da Olimpíada. Todos nós (jovens) estamos aprendendo muito ainda, acho que os brasileiros também, e precisamos evoluir neste ciclo olímpico - revelou o caçula Erik.

A seleção americana e os irmão Shoji não terão uma missão fácil neste sábado e domingo, quando enfrentam o Brasil, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Eles precisam vencer as duas partidas e ainda torcer por uma combinação de resultados para avançarem à fase final. O Brasil, por sua vez, já está classificado.

A exemplo do Brasil, a seleção americana de vôlei está passando por um período de renovação em seu elenco. Se no vice-campeonato da Liga Mundial de 2012 a média de idade era de 31,1 anos, este ano caiu para 27,1. Como parte desta renovação estão os havaianos Kawika e Erik Sohji.

Naturais de Honolulu, no Havaí, os irmãos estarão em quadra nas duas partidas contra o Brasil neste final de semana, válido pela última rodada da primeira fase da Liga Mundial. E é bom que a equipe brasileira tome cuidado, uma vez que eles respiram o vôlei desde a infância e, não à toa, estão na seleção americana.

Kawika e Erik são filhos de Dave Shoji, técnico de vôlei feminino e que já foi quatro vezes campeão nacional à frente da Universidade do Hawaí. E o fato de serem irmãos ainda é mais um ponto positivo dentro de quadra.

- Nós crescemos na academia e jogando vôlei. Aprendemos o esporte cedo e isso facilitou muito. Jogamos juntos por muito tempo fora da seleção. Nós sabemos o que gostamos e o que não gostamos tanto dentro quanto fora da quadra. Desta maneira, fica tudo mais fácil - disse Kawika, ao LANCE!Net. Ele ainda acrescentou que sua mãe, Mary, foi jogadora de basquete no Havaí.

Apesar de estreante na Liga Mundial, Kawika, de 25 anos e que joga de levantador, está há mais tempo na equipe americana e ano passado fez parte da convocação preliminar da liga, além de ter sido campeão da Copa Pan-Americana. Já Erik, dois anos mais novo e líbero, ainda dá seus primeiros passos na equipe e já visa a Olimpíada de 2016.

- Esta liga é uma sensação inédita para alguns, como nós. Os brasileiros vivem situação semelhante, apesar de terem bons atletas remanescentes da Olimpíada. Todos nós (jovens) estamos aprendendo muito ainda, acho que os brasileiros também, e precisamos evoluir neste ciclo olímpico - revelou o caçula Erik.

A seleção americana e os irmão Shoji não terão uma missão fácil neste sábado e domingo, quando enfrentam o Brasil, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Eles precisam vencer as duas partidas e ainda torcer por uma combinação de resultados para avançarem à fase final. O Brasil, por sua vez, já está classificado.