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09/07/2014
21:37

De um lado Messi. Do outro a máquina germânica. Bastaria o duelo entre o melhor do mundo quatro vezes consecutiva e os eficientes europeus para tornar a final da Copa do Mundo-2014 inesquecível se não fosse o fator divino. O encontro de domingo, no Maracanã, colocará frente a frente os dois últimos papas: o alemão Bento XVI e o argentino Francisco.

No histórico de "milagres", o hermano tem ampla vantagem. Bastou Francisco assumir a Igreja Católica (em março de 2013) para o San Lorenzo, clube de coração do pontífice, tornar-se campeão argentino e brigar pela título inédito da Copa Libertadores.

Com a seleção, os devotos da Albiceleste andam dizendo que o papa boleiro tem evitando alguns gols dos adversários, como numa cabeçada que parou na trave, no último minuto, em partida contra a Suíça, pelas oitavas de final do torneio.

Já Bento XVI não mostrou a mesma força nas quatro linhas. No mandato do alemão, a seleção caiu na semifinal três vezes: duas em Copas do Mundo (2006 e 2010) e uma na Eurocopa (2012).

Além do retrospecto desfavorável, Bento XVI "perdeu" a final da Eurocopa de 2008 para a Espanha.