icons.title signature.placeholder Marcello Vieira
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18/07/2013
20:08

O técnico Abel Braga tratou de rechaçar de vez qualquer possibilidade de deixar o Fluminense antes do término de seu contrato. Após receber uma proposta oficial do Al Ain, dos Emirados Árabes, o comandante garantiu que recusou a proposta na mesma hora por não gostar de quebrar seus vínculos.

- Quando eu recebi a oferta, estava na minha sala com o Sandrão (vice de futebol) e o Rodrigo Caetano (diretor executivo). No mesmo momento que recebi o e-mail, mostrei para todos. O Al Ain é o maior clube dos Emirados Árabes. Me perguntaram se eu ia aceitar. Falei: “Não, porque tenho contrato em vigor e não gostaria de quebrar. Nunca fiz isso”. Se amanhã eu achar que minha saída vai ser benéfica para o clube, seria o primeiro a reconhecer isso - afirmou.


O treinador ainda fez questão de exaltar que um dos motivos que o fizeram não aceitar a oferta foi o bom ambiente construido com todo o elenco do Fluminense, desde sua chegada em junho de 2011. Segundo ele, apesar da má fase que a equipe vive no Brasileiro - são três derrotas consecutivas - não é o momento de abandonar seus comandados:

- A relação aqui é muito boa, sou respeitado. Tenho a maioria do torcedor do meu lado. Estamos tentando fazer as atuações se transformarem em vitórias. Existe uma intranquilidade, porque as derrotas estão sendo consequência de falhas pontuais. O que alimenta uma equipe são vitórias. Sou o comandante desse grupo. Estou com eles até o final - completou.

O técnico Abel Braga tratou de rechaçar de vez qualquer possibilidade de deixar o Fluminense antes do término de seu contrato. Após receber uma proposta oficial do Al Ain, dos Emirados Árabes, o comandante garantiu que recusou a proposta na mesma hora por não gostar de quebrar seus vínculos.

- Quando eu recebi a oferta, estava na minha sala com o Sandrão (vice de futebol) e o Rodrigo Caetano (diretor executivo). No mesmo momento que recebi o e-mail, mostrei para todos. O Al Ain é o maior clube dos Emirados Árabes. Me perguntaram se eu ia aceitar. Falei: “Não, porque tenho contrato em vigor e não gostaria de quebrar. Nunca fiz isso”. Se amanhã eu achar que minha saída vai ser benéfica para o clube, seria o primeiro a reconhecer isso - afirmou.


O treinador ainda fez questão de exaltar que um dos motivos que o fizeram não aceitar a oferta foi o bom ambiente construido com todo o elenco do Fluminense, desde sua chegada em junho de 2011. Segundo ele, apesar da má fase que a equipe vive no Brasileiro - são três derrotas consecutivas - não é o momento de abandonar seus comandados:

- A relação aqui é muito boa, sou respeitado. Tenho a maioria do torcedor do meu lado. Estamos tentando fazer as atuações se transformarem em vitórias. Existe uma intranquilidade, porque as derrotas estão sendo consequência de falhas pontuais. O que alimenta uma equipe são vitórias. Sou o comandante desse grupo. Estou com eles até o final - completou.