Douglas Costa usa boné na entrevista coletiva da Seleção Brasileira (Foto: Lucas Figueiredo / MoWA Press)

Douglas Costa usa boné na entrevista coletiva da Seleção Brasileira (Foto: Lucas Figueiredo / MoWA Press)

LANCE
07/11/2016
20:12
Belo Horizonte (MG)

Douglas Costa finalmente poderá entrar em campo pela Seleção Brasileira do técnico Tite. Desde que o treinador assumiu o comando, o atacante doo Bayern de Munique sempre figurou entre os favoritos do professor, mas ficou de fora por causa das sucessivas lesões. Mas não desta vez. Após o primeiro treinamento em Belo Horizonte, o jogador conversou com a imprensa e falou sobre as expectativas de voltar diante da Argentina.

- Fico contente de poder estar de volta à Seleção em um momento importante e bom para a Seleção. A competição é sempre sadia. Já vivo isso no meu dia a dia na Alemanha, temos bastante competições por lá. Competir com jogadores desse nível não é novidade para mim. Estou voltando em um momento importante, de jogos importantes. Venho crescendo após várias lesões. É o momento exato para voltar - comentou.

Mas voltar a garantir uma vaga no time titular não será fácil para Douglas. Assim como no Bayern, o atacante espera uma concorrência sadia, mas acirrada no ataque verde e amarelo.

- A briga por posição é sadia. O Gabriel, o Neyrmar já estão bem entrosados desde as Olimpíadas, estão fazendo um trabalho bacana. O Willian e o Coutinho também são referências. Mas é um momento importante, venho crescendo após as lesões - acrescentou.

Confira outros trechos da entrevista de Douglas Cousta:


Posição preferida

– Desde que comecei a trabalhar com o Pep (Guardiola), jogo em várias posições do ataque. O Ancelotti me pergunta onde gosto de jogar, eu respondo que gosto de estar em campo. Não escolho posição, prefiro estar sempre à disposição.

Estilos de Ancelotti e Tite

– Tenho o privilégio de trabalhar com o Ancelotti (no Bayern de Munique) e agora com o Tite. Eles são semelhantes no modo de trabalhar e lidar com os jogadores. Essa troca entre jogador e treinador faz o time crescer bastante. Essa relação é importante. O Ancelotti é um cara super humano, tem o diálogo do vestiário, aceita que o jogador exponha o que pensa. Tite também.

Má fase da Argentina motiva?

– É um superclássico, a Argentina merece todo respeito e será um grande jogo, independentemente da posição em que eles estão. Não penso no que a Argentina veio fazer aqui. O Brasil tem que impor seu ritmo, o futebol que vem jogando, sem pensar na Argentina.