Alisson em entrevista coletiva na Seleção Brasileira

(Foto: Pedro Martins / MoWa Press)

LANCE!
13/11/2016
13:10
Belo Horizonte (MG)

Titular absoluto da Seleção Brasileira com Dunga e Tite, Alisson não goza do mesmo prestígio na Roma, clube que defende desde a janela de transferências de verão da Europa. O goleiro tem participado dos jogos da Europa League, mas quando o assunto é a Série A Italiana, o jogador não aparece entre os prediletos da comissão técnica.

Taffarel, treinador de goleiros da Seleção, viveu situação semelhante à do atleta em 1993. À época, ele era reserva do Parma (ITA) e titular absoluto da Seleção Brasileira. Não é à toa que aconselha o atleta quando se encontram na equipe.

– A gente conversa sobre isso, mas ele sempre vem falando para eu ficar tranquilo, fazer meu trabalho, me dedicar aos treinamentos, que é quando vou suprir essa ausência de jogos. Ele passou por isso, não tem ninguém melhor para falar dessa situação para mim do que ele. É uma pessoa que vem me ajudando bastante – disse Alisson, em entrevista coletiva na Cidade do Galo.

– Eu gostaria de estar jogando todos os jogos, pode ter certeza disso, vou trabalhar para isso. Os poucos que estou jogando, estou me dedicando ao máximo. Dentro de campo, me sinto confiante. Nos treinamentos, também me sinto confiante. Acho que é mais importante do que ter os números de jogos – acrescentou.

Reserva do time de Luciano Spalletti, o goleiro da Seleção Brasileira não descarta um empréstimo para atuar com mais regularidade. Questionado sobre a possibilidade de saída do Estádio Olímpico, o atleta afirmou:

– Eu prefiro sempre pensar no objetivo mais próximo. É claro que é um objetivo meu e do pessoal da Seleção disputar o título. Para isso, tem que estar bem no presente. Eu quero sempre jogar, pessoal da Roma sabe disso. Eles pedem para eu ter paciência, porque é um momento de transição. Não tem resposta melhor do que dentro de campo. Vou mostrar em campo o que posso fazer – comentou.