icons.title signature.placeholder Gabriel Carneiro
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30/08/2015
12:10

Em acordo de compensação de dívidas acertado no fim do ano passado - mais exatamente na última semana da gestão do presidente Odílio Rodrigues -, o Santos vendeu 20% dos direitos econômicos do atacante Gabigol para o fundo maltês Doyen Sports, o mesmo que emprestou dinheiro para a compra de Leandro Damião e era dono da metade dos direitos de Felipe Anderson. Oito meses depois de comprar a parcela por 1,15 milhão de euros (R$ 3,7 milhões), o grupo pode ter um lucro de 400% com o jovem que completa 19 anos neste domingo.

Gabigol recebeu uma proposta do Fenerbahce, da Turquia, que segundo o empresário Wagner Ribeiro chega a 20 milhões de euros (R$ 80 milhões em valores atuais). A Doyen, portanto, teria direito a 20% desse montante, o que dá exatamente R$ 16 milhões, mais de quatro vezes aquilo que foi pago há menos de uma temporada.

Antes do desespero de 2014 para vender os 20% de Gabigol à Doyen, o Santos possuía 60% dos direitos, o que o faria lucrar R$ 48 milhões caso a venda fosse concretizada. Como decidiu "garantir" os R$ 3,7 milhões no fim do ano passado, o clube só terá direito a R$ 32 milhões dessa vez. Isso, claro, desde que o estafe de Gabigol e a nova gestão, do presidente Modesto Roma Júnior, topem a proposta do futebol turco. O LANCE! informou que o jogador não está muito animado pela transferência.

Além de Gabigol, a Doyen também detém importantes parcelas de outros dois jogadores do elenco do Santos. Em 2014, o fundo pagou 750 mil euros por 35% de Geuvânio e 250 mil euros por 25% dos direitos do lateral Daniel Guedes, hoje reserva imediato de Victor Ferraz na equipe.



Em acordo de compensação de dívidas acertado no fim do ano passado - mais exatamente na última semana da gestão do presidente Odílio Rodrigues -, o Santos vendeu 20% dos direitos econômicos do atacante Gabigol para o fundo maltês Doyen Sports, o mesmo que emprestou dinheiro para a compra de Leandro Damião e era dono da metade dos direitos de Felipe Anderson. Oito meses depois de comprar a parcela por 1,15 milhão de euros (R$ 3,7 milhões), o grupo pode ter um lucro de 400% com o jovem que completa 19 anos neste domingo.

Gabigol recebeu uma proposta do Fenerbahce, da Turquia, que segundo o empresário Wagner Ribeiro chega a 20 milhões de euros (R$ 80 milhões em valores atuais). A Doyen, portanto, teria direito a 20% desse montante, o que dá exatamente R$ 16 milhões, mais de quatro vezes aquilo que foi pago há menos de uma temporada.

Antes do desespero de 2014 para vender os 20% de Gabigol à Doyen, o Santos possuía 60% dos direitos, o que o faria lucrar R$ 48 milhões caso a venda fosse concretizada. Como decidiu "garantir" os R$ 3,7 milhões no fim do ano passado, o clube só terá direito a R$ 32 milhões dessa vez. Isso, claro, desde que o estafe de Gabigol e a nova gestão, do presidente Modesto Roma Júnior, topem a proposta do futebol turco. O LANCE! informou que o jogador não está muito animado pela transferência.

Além de Gabigol, a Doyen também detém importantes parcelas de outros dois jogadores do elenco do Santos. Em 2014, o fundo pagou 750 mil euros por 35% de Geuvânio e 250 mil euros por 25% dos direitos do lateral Daniel Guedes, hoje reserva imediato de Victor Ferraz na equipe.