Eduardo Lucizano
08/03/2016
06:40
São Paulo (SP)

Do XV de Jaú para o Barcelona e o título da Copa do Mundo de 2002. O paulista Edmílson, de Taquaritinga, deixou seu nome na história do futebol mundial. Duas vezes campeão espanhol pelo Barcelona, três francês pelo Lyon e com passagens por Villarreal, Palmeiras, Zaragoza e Ceará, o ex-zagueiro pode dizer que viveu anos gloriosos, principalmente pelo Barça e pela Seleção.

Dos sete jogos da Copa do Mundo de 2002, Edmílson participou de seis e ainda fez um golaço de bicicleta contra a Costa Rica. Nomeado embaixador das escolinhas de futebol do Barcelona pelo mundo, o ex-jogador montou sua seleção ideal com nove campeões mundiais, mas apenas cinco que venceram em 2002.


Goleiro: Taffarel
- Foi um dos grandes da Seleção Brasileira, um ídolo de infância e sempre lembro da narração do Galvão Bueno, uma referência como atleta e pessoa.

Lateral-direito: Jorginho
- Chegava fácil no fundo e durante muito tempo teve um fair play, sem fazer falta, uma referência.

Zagueiro: Lúcio
- Além de ser um jogador que fez história na Alemanha, fez seu nome na Inter e na Seleção, foi meu companheiro, um líder dentro e fora de campo.

Zagueiro: Aldair
- Teve uma história de mais de dez anos na Roma e jogando em alto nível, um jogador que em 1994 foi um dos melhores.

Lateral-esquerdo: Roberto Carlos
- Melhor que vi jogar, no Real Madrid e Seleção, tinha explosão e uma potência fantástica.

Meia: Toninho Cerezo
- Meu ídolo de criança, tive o prazer de jogar com ele, já no fim de carreira, no São Paulo.

Meia: Zidane
- O jogador mais difícil que marquei, muito técnico, que tinha um controle de bola impressionante, controlava o jogo. Campeão do mundo e tinha excelente técnica.

Meia: Rivaldo
- Um jogador que fez história no Barcelona, mesmo com um time abaixo do nível dele, na Seleção fez história, mesmo injustiçado pela imprensa, um grande jogador, o melhor da Copa do Mundo de 2002.

Atacante: Ronaldinho Gaúcho
- Marcou uma época na minha carreira, jogou no mesmo time que eu durante muitos anos e fazia a diferença.

Atacante: Ronaldo
- Fenômeno, na reta final teve lesões, mas marcou no futebol.

Atacante: Messi
- O maior desta década, tem jogado anos seguidos sendo o melhor, inclusive no comportamento.

Técnico: Telê Santana
- O mestre com toda sua sabedoria e aprendizado como educador e treinador.