icons.title signature.placeholder Guilherme Cardoso
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26/08/2015
09:04

De favorito ao ouro olímpico em Londres-2012 para “zebra” no Mundial de Astana (CAZ) na categoria até 81kg a partir da madrugada de quinta-feira, às 2h (de Brasília). Em três anos, muita coisa mudou na situação de Leandro Guilheiro. Chega até ser estranho não apontá-lo como um dos principais candidatos ao título, mas pelo o que ocorreu nas últimas temporadas, parece não ser exagero.

Logo no início desse ciclo olímpico, o atleta sofreu uma lesão no joelho direito ao romper o ligamento cruzado anterior em março de 2013. Passou um longo tempo em recuperação e o sonho de disputar a quarta Olimpíada ficou distante.

Aos 32 anos, Guilheiro caiu para o 66 lugar no ranking mundial da categoria e viu Victor Penalber ganhar destaque. Mas não poderia ser diferente. Enquanto no ciclo para Londres-2012 – de 2009 até o início dos Jogos –, ele entrou no tatame 95 vezes, agora, o atleta lutou em apenas 22 oportunidades desde 2013.

– Vou lutar esse Mundial como se fosse o meu primeiro. Estou muito feliz por voltar a figurar na equipe principal e disputar essa competição. Como diria Mike Tyson: “Um lutador perigoso é um lutador feliz”. E é assim que me sinto hoje – avaliou.

Apesar Penalber, que também disputa o mundial na categoria até 81kg, estar melhor posicionado no ranking, em sexto lugar, Guilheiro ainda tem a esperança de ir para a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. Após voltar a lutar em outubro passado, o segundo passo foi dado com a convocação para a competição em Astana. Ele obteve a vaga com a ausência do lesionado Rafael Silva.

– Por toda a experiência e a história de sucesso, ele pode acrescentar algo à equipe – disse o gestor técnico de alto rendimento da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.

Será mesmo que Guilheiro pode ser considerado uma “zebra”?

O RETORNO:

Em mundiais
Ele tem duas medalhas na competição: prata em Tóquio-2010 e bronze em Paris-2011.

......................

Atual ciclo olímpico
Fora em 2013, o judoca só voltou a lutar em outubro de 2014. Desde então, foram 22 combates, com 13 vitórias. Levou a prata no Open de Varsóvia e o bronze no Aberto Pan-Americano de Montevidéu.

De favorito ao ouro olímpico em Londres-2012 para “zebra” no Mundial de Astana (CAZ) na categoria até 81kg a partir da madrugada de quinta-feira, às 2h (de Brasília). Em três anos, muita coisa mudou na situação de Leandro Guilheiro. Chega até ser estranho não apontá-lo como um dos principais candidatos ao título, mas pelo o que ocorreu nas últimas temporadas, parece não ser exagero.

Logo no início desse ciclo olímpico, o atleta sofreu uma lesão no joelho direito ao romper o ligamento cruzado anterior em março de 2013. Passou um longo tempo em recuperação e o sonho de disputar a quarta Olimpíada ficou distante.

Aos 32 anos, Guilheiro caiu para o 66 lugar no ranking mundial da categoria e viu Victor Penalber ganhar destaque. Mas não poderia ser diferente. Enquanto no ciclo para Londres-2012 – de 2009 até o início dos Jogos –, ele entrou no tatame 95 vezes, agora, o atleta lutou em apenas 22 oportunidades desde 2013.

– Vou lutar esse Mundial como se fosse o meu primeiro. Estou muito feliz por voltar a figurar na equipe principal e disputar essa competição. Como diria Mike Tyson: “Um lutador perigoso é um lutador feliz”. E é assim que me sinto hoje – avaliou.

Apesar Penalber, que também disputa o mundial na categoria até 81kg, estar melhor posicionado no ranking, em sexto lugar, Guilheiro ainda tem a esperança de ir para a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. Após voltar a lutar em outubro passado, o segundo passo foi dado com a convocação para a competição em Astana. Ele obteve a vaga com a ausência do lesionado Rafael Silva.

– Por toda a experiência e a história de sucesso, ele pode acrescentar algo à equipe – disse o gestor técnico de alto rendimento da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.

Será mesmo que Guilheiro pode ser considerado uma “zebra”?

O RETORNO:

Em mundiais
Ele tem duas medalhas na competição: prata em Tóquio-2010 e bronze em Paris-2011.

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Atual ciclo olímpico
Fora em 2013, o judoca só voltou a lutar em outubro de 2014. Desde então, foram 22 combates, com 13 vitórias. Levou a prata no Open de Varsóvia e o bronze no Aberto Pan-Americano de Montevidéu.