Clube aprova a camisa, mas tem problemas de distribuição

Clube aprova a camisa, mas tem problemas de distribuição. (Divulgação/Paraná)

Guilherme Moreira
13/02/2016
20:01
Curitiba (PR)

Há pouco mais de dois anos com a Erreà, o Paraná Clube deve trocar sua fornecedora de material esportivo para o Campeonato Brasileiro. O contrato com a empresa italiana termina no final do Campeonato Paranaense.

Substituindo a Kanxa em 2014, a empresa atual não vem agradando a cúpula paranista. Mesmo tendo uma fábrica de distribuição no bairro Santa Felicidade, algo que influenciou a fechar com a marca, o clube paranaense vem sofrendo dificuldades com produção, prazos e entregas.

O vínculo terminava em dezembro de 2015 e foi prorrogado até o fim do Estadual deste ano. E dificilmente continuará para a sequência da temporada, apesar do Tricolor ter o mesmo problema da antiga fornecedora com a Erreà: estar em débito financeiro com a mesma.

A direção paranista, que cogitou fazer uma marca própria, já negocia com outras fornecedoras. A favorita é a Dry World, que recentemente fechou com o Atlético-MG. As partes conversam, mas ainda não há nada fechado - até por ter certa rejeição por marca gringa pelo fato de ter problemas de distribuição. Uma empresa inglesa foi procurada informalmente.

Assim, o Paraná também busca por empresas brasileiras para tentar facilitar a produção e entrega. A Topper, que voltou ao mercado e fornecerá ao Botafogo, e a Penalty, que já foi do Paraná entre 2007 e 2009, são vistas com bons olhos. Em 2014, o clube chegou a negociar com a Super Bolla e Kappa.

Procurado pela reportagem, o vice-presidente de marketing do Tricolor, João Carvalho, não respondeu sobre o assunto.