Wellington Tanque

Atacante brasileiro fez o gol do Avispa Fukuoka (Foto: Divulgação)

RADAR/LANCE!
28/02/2016
09:43
Tosu (JAP)

O retorno do Avispa Fukuoka à J-League após cinco anos acabou não sendo o esperado pelo brasileiro Wellington Tanque. Na abertura da competição neste sábado, a equipe foi derrotada por 2 a 1 pelo Tosu, no campo do rival. Consciente dos obstáculos naturais que um time enfrenta quando ascende a uma nova divisão, o atacante, que marcou o gol do seu time, foi realista ao analisar a atuação de sua equipe.

- Além de ser uma estreia, tratava-se de um clássico local, mas ainda assim não fomos tão mal na partida. Alguns atletas inexperientes estavam um pouco nervosos por atuarem num jogo da J-League pela primeira vez, mas isso é algo passageiro. Embora estejamos praticamente com o mesmo time que obteve a vaga para a elite japonesa, nosso jogo acabou não fluindo como no ano passado. De toda forma, após a partida percebi o grupo tranquilo, principalmente porque além dos dois gols que sofremos, ocorridos por falhas nossas, nosso adversário não criou nenhuma outra oportunidade clara. Mesmo sendo derrotados, o saldo não foi dos piores, e ainda marquei meu gol, o que certamente me dará confiança para os próximos confrontos - declarou o jogador.

Sobre as chances do Fukuoka na competição, Tanque considera que o time tem condições de se manter entre os grandes do país. Para ele, o nível mais alto da J-League em comparação a segunda divisão local impõe sobre os atletas uma pressão ainda maior, já que por enfrentarem equipes com grandes jogadores, um erro isolado sempre poderá definir uma partida.

- Estou otimista sobre a campanha que faremos. Muitos comentaristas disseram que eu era o único jogador do time que tinha condições de disputar a primeira divisão, mas não vejo assim. Creio que temos qualidade para fazer um bom papel na J-League, que é uma competição que eu gosto muito de jogar em razão do nível ser bem melhor. Por outro lado, você pode sair derrotado de uma partida por cometer um vacilo mínimo, já que as equipes possuem jogadores mais talentosos e que normalmente não perdoam falhas - argumentou.