Confira as melhores imagens de Fluminense x Internacional (foto:Wagner Meier/LANCE!Press)

O Fluminense fez um segundo turno de Campeonato Brasileiro para esquecer (foto:Wagner Meier/LANCE!Press)

Aurino Leite
29/11/2015
09:55
Rio de Janeiro (RJ)

Um ano para esquecer: “O Pequeno Príncipe” deste vez não cumpriu à risca os valores da história. O avião teve uma pane e não mais decolou. O pior de tudo foi que o piloto quis aparecer mais do que os jogadores, talvez, já pensando num outro tipo de voo: a presidência do clube. Mas como? Se como vice de futebol (Mário Bittencourt) deixou a desejar, o que será no maior posto do clube? Peter Siemsen e seu fiel escudeiro acharam que tinham montado o maior elenco do Brasil e deu no que deu... Final de ano melancólico.

Falar do jogo deste sábado é chover no molhado. É preciso ser profissional e montar uma boa equipe para a temporada de 2016

O Fluminense tem, sim, um ídolo: Fred. Mas ele não pode fazer nada sozinho. Tem um bom goleiro: Diego Cavalieri, mas não pode fazer milagre todo jogo. E achou um bom meio-campista: Gustavo Scarpa, mas a responsabilidade não pode ficar só nas suas costas. Falar do empate com o Internacional neste sábado é chover no molhado.

É preciso ser profissional e montar uma boa equipe para 2016. Como marqueteiros, eles foram nota 10. A contratação de Ronaldinho Gaúcho rodou o mundo, fez a marca Fluminense crescer mais ainda. A questão é que eles pensaram apenas no marketing, em aparecer, posar em fotos ao lado do (ex) jogador. Tiraram onda com o Vasco, mas o tiro, no fim das contas, saiu pela culatra. Era muito melhor gastar a energia e o $$$ em contratações de verdade e, assim, terminar o ano de forma digna. Que aprendam com o erro.