Marcos Júnior e Richarlison - Fluminense x Cruzeiro

Marcos Junior (Reginaldo Pimenta/Raw Image/Lancepress!)

RADAR/LANCE!
04/10/2016
15:24
Rio de Janeiro (RJ)

Levir Culpi precisou de muitas rodadas para encontrar a melhor formação do Fluminense. Agora, na reta final do Campeonato Brasileiro, o treinador parece ter definido, de fato, a escalação que tem rendido os melhores resultados ao Tricolor das Laranjeiras. Dono da camisa 35, Marcos Junior é um dos responsáveis pelo bom momento do grupo carioca, que é o quinto colocado na tabela, com 46 pontos.

Desde quando passou a ser o homem de referência no time de Levir, o Flu embalou a sequência de quatro vitórias nas últimas cinco rodadas. Para os especialistas do L!, a permanência do jogador na posição que vem atuando é fundamental para que o Tricolor das Laranjeiras continue somando bem na competição. Confira as análises.

MATHEUS DANTAS - Repórter do LANCE!

"Nesta reta final de Brasileirão, Marcos Junior precisa ser mantido como homem mais avançado do Fluminense. O camisa 35 não chega a ser uma referência, já que por vezes troca de posicionamento, caindo pelos lados do campo. O atacante já mostrou que não é capaz de ser um centroavante, mas, mesmo com essa limitação, tem se mostrado uma opção melhor para Levir Culpi do que os demais atacantes do elenco.

Richarlison, Henrique Dourado, Magno Alves... Todos já tiveram uma sequência como titular e não corresponderam por diferentes razões. Assim, como o ataque parece ter encaixado, Levir faz por bem manter a formação nas rodadas finais."

CARLOS ALBERTO VIEIRA - Editor do LANCE!

"Marcos Junior vem se saindo bem. É um jogador de muita movimentação e aparece bem no ataque, faz gols. Ele vem sendo titular e é peça importante no esquema do Fluminense, mas acho que a referência ofensiva deve ser outro. Seja Wellington, Magno Alves ou Richarlison. Para o Tricolor e para Marcos Junior o ideal é ele ser o cara da chegada."

DANIEL BORTOLETTO - Editor do LANCE!

"Não vejo o Marcos Junior como atacante de referência. Prefiro como uma segunda opção de frente, jogando mais aberto, podendo municiar um centroavante mais fixo na área."