RADAR/LANCE!
23/08/2016
15:09
Rio de Janeiro (RJ)

A Operação Game Over teve nos últimos dias a segunda fase iniciada, pela Polícia Civil de São Paulo. As apurações que já colocaram 10 pessoas na cadeia por fraudes em partidas de futebol, suspeitam de que existam outras quadrilhas que manipulam resultados.

O caso envolve clubes pequenos, de campeonatos menores, com isso 10 homens foram presos por ligação com uma organização criminosa que aliciava atletas, técnicos. O valor das negociações  variavam de US$ 20 mil a US$ 30 mil por confronto. Partidas das Séries A-2 A-3 e do sub-20 do Paulista e do Campeonato Potiguar.

O caso está nas mãos do delegado Mário Sérgio de Oliveira, do Drade (Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva), que indiciou 11 suspeitos e dentre esses apenas Anderson Silva Rodrigues, considerado o líder da quadrilha no Brasil, não foi encontrado.

Como alvo nesta segunda fase, a polícia civil está mirando os torneios de base, uma derrota do Atlético Sorocaba por 9 a 0 para o Santo André, no Paulista sub-20 do ano passado que foi a motivação para a primeira investigação. 

Os torneios de base estão na mira da polícia nesta segunda fase, por se encaixarem no perfil dos principais alvos dos apostadores – foi uma derrota do Atlético Sorocaba por 9 a 0 para o Santo André, no Paulista sub-20 do ano passado, o estopim da primeira investigação.

O jogo entre Tanabi e Portuguesa Santista, pela Segunda Divisão de São Paulo também levantou suspeitas. A partida foi encerrada aos 28 minutos do segundo tempo, quando os visitantes venciam por 2 a 0 e o time do Tanabi ficou com sete atletas em campo. A Federação Paulista de Futebol está analisando a partida e a Polícia Civil deve solicitar informações sobre
esse episódio.