Botafogo x Grêmio

Roger fio quem teve as melhores chances do Glorioso contra o Grêmio, nesta quarta-feira (Jorge Rodrigues/Eleven)

Felippe Rocha e Rafael Bortoloti
14/09/2017
08:00
Rio de Janeiro (RJ)

A lembrança da eliminação na Copa do Brasil é inevitável, pois o cenário foi o mesmo: 0 a 0 no Nilton Santos, no primeiro jogo. Agora, contra o Grêmio, pela Copa Libertadores, algo terá que mudar para que o Botafogo consiga fazer do final da eliminatória continental diferente do que ocorreu no torneio mata-mata nacional. E o treinador já sabe pelo menos uma coisa que precisa ser melhorada para que o ataque desencante, diferentemente do que se viu na segunda partida contra o Flamengo.

- Nosso time estava muito espaçado (nesta quarta-feira, contra o Grêmio). Conversamos e foi unânime essa conclusão. Estava perdendo muito a segunda bola, com os dois lados muitos distantes. No segundo tempo, aproximamos e conseguimos criar algumas oportunidades, melhoramos. Teve um lance do Gilson, uma do Guilherme. Mas foi um jogo equilibrado - entende Jair Ventura, considerando que a equipe já evoluiu da primeira para a segunda etapa. 

E, de fato, o grupo deve ter conversado sobre o tal espaçamento no vestiário. O zagueiro Igor Rabello foi outro a citar isso e ponderou o resultado que fez com que muitos deixassem o estádio desanimado. Para ele, não ter feito gol em casa, apesar de ser a vontade, não é de todo mal, já que a equipe também não foi vazada. 

- Nós queríamos sair com o resultado positivo, ficou esse gostinho de "quero mais", mas o empate foi bom. Temos 90 minutos para buscar essa classificação. Eles têm a vantagem de jogar em casa, mas nós temos a vantagem de, se fizermos um gol, poder empatar com gols que nos classificaremos - opinou Rabello, antes de completar: 

- Ficamos meio espaçados no primeiro tempo. No segundo tempo, conseguimos acertar isso. Tivemos oportunidades, mas o gol não saiu. Vamos pressionar mais o adversário, ter mais posse de bola, que vai dar tudo certo no Sul - finalizou o zagueiro.