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Torcida do Botafogo questiona esquema de segurança no Mineirão

Dia 01/03/2016
03:26

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Quente dentro de campo, o jogo entre Cruzeiro e Botafogo, da última quarta-feira, reservou aos torcedores momentos de tensão também fora dele. Por intermédio do Serviço de Atendimento ao Torcedor, a torcedora do Glorioso Claudia Pereira questionou a estratégia traçada pela Polícia Militar de Minas Gerais para garantir a segurança do público que se dirigiu ao Mineirão para acompanhar a partida.

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- Logo que cheguei aos arredores do Mineirão percebi a falta de policiamento. Nenhum policial presente no local soube me informar por qual portão a torcida visitante deveria entrar no estádio. Mas o maior problema foi, sem dúvida, ao término da partida. A PM reteve a torcida do Botafogo por duas horas dentro do estádio, alegando que tinham a obrigação de preservar o direito de ir e vir da torcida do Cruzeiro. Passado todo esse tempo, os poucos policiais que ali estavam escoltaram apenas as organizadas do Botafogo até o ônibus, deixando os demais torcedores à mercê da própria sorte - disse, indignada com o tratamento recebido. 

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Outro problema ocorrido na organização do confronto relatado ao SAT recaiu sobre a comercialização de ingressos para a partida. De acordo com leitores do LANCE!, os torcedores que se dirigiram ao estádio para a compra de entrada no dia do jogo não encontraram meias-entradas, comercializada em número restrito pelo Cruzeiro. Em contato com a reportagem, o Diretor de Comunicação do time mineiro, Guilherme Mendes, negou as acusações.

- A comercialização das meias-entradas ocorreu dentro da normalidade. Não tenho informação sobre nenhuma restrição quanto ao número de entradas. O Cruzeiro segue sempre as normas estipuladas pelo Ministério Público de Minas Gerais. Nossa única preocupação é cobrar tanto no momento da venda quanto no da entrada no estádio a carteirinha de estudante e o comprovante de matrícula, devido aos inúmeros casos de falsificação que vinham ocorrendo - disse.

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A equipe de reportagem também procurou a assessoria de imprensa da PM, mas não obteve respostas.

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