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Tite pode ficar sem Ronaldo pela primeira vez

Braga - Gol Matheus - foto: reuters
imagem cameraBraga - Gol Matheus - foto: reuters
Dia 28/10/2015
05:39

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Pela primeira vez, desde que assumiu o Corinthians, Tite não deve ter Ronaldo no ataque. Será seu grande desafio pois, além dos gols e assistências, o Fenômeno impôs a experiência e a liderança que tem no grupo.

O antigo treinador Adilson Batista, por exemplo, só teve o Fenômeno à disposição em duas de 17 partidas.

Em seis jogos da "era Tite", ele fez quatro gols e deu uma assistência. O atacante havia atuado os 90 minutos dos cinco jogos anteriores ao do Vitória quando, aos 27 minutos do primeiro tempo, sentiu lesão na coxa direita e teve de ser substituído.

– Temos Iarley, Dentinho, Jorge Henrique, Souza... É a força do Corinthians, a força do elenco que vai fazer a diferença – afirmou Tite, minimizando o possível desfalque.

Diante do Vasco, no próximo domingo, no Pacaembu, o treinador não deve inovar. A primeira opção para atuar ao lado de Jorge Henrique é Dentinho, que retorna de suspensão. O camisa 31 se destacou como titular nos dois duelos anteriores ao do Vitória, diante de São Paulo (chegou a fazer um gol) e Cruzeiro.

Outro que volta é Bruno César, artilheiro da equipe no Brasileirão, com 13 gols. O meia também estava suspenso domingo e vai entrar no lugar de Danilo. A chance de Tite manter o jogador, apesar de boa atuação em Salvador, é remota. Nos seis jogos sob seu comando, ele adotou um esquema tático com três volantes, um meia de ligação e dois atacantes.

A mudança obrigatória será a saída de Elias, que levou o terceiro cartão amarelo e não enfrenta o Vasco. Paulinho deve entrar para exercer a mesma função: marcar e sair.

Tite tem ainda maior responsabilidade depois de deixar a vitória escapar no Barradão. Até então incontestável em sua passagem, ele foi criticado por não arriscar o time no ataque no segundo tempo. Aos 31 minutos, substituiu Jorge Henrique, que sentia dores no tornozelo, por Paulinho. O meia-atacante William Morais estava no banco e não entrou. No fim, quando decidiu colocá-lo no lugar de Elias, Tite ouviu do camisa 7 que ele queria seguir na partida. E nada mudou.

– Elias disse que tinha condições de ficar. Eu estava preocupado com a diferença de fuso horário para o Qatar, ele havia jogado os 90 minutos no amistoso pela Seleção. E a opção pelo Paulinho foi porque ele já tinha feito uma função de sustentação pela direita. Com isso, Alessandro saiu mais e criou jogadas de perigo – justificou-se Tite.

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