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Sem dificuldades, Brasil arrasa a Tunísia na estreia do vôlei masculino

Dia 28/10/2015
05:56

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A Seleção Brasileira masculina de vôlei não encontrou dificuldades para vencer a Tunísia por 3 sets a 0, com parciais de 25-17, 25-21 e 25-18, neste domingo, na estreia dos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

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O time liderado pelo técnico Bernardinho, atento ao perigo do favoritismo, jogou respeitando o adversário, mesmo diante de sua fragilidade. Considerada a equipe mais fraca do Grupo B, a Tunísia, que nunca havia vencido um set diante dos brasileiros, tropeçou em seus próprios erros. Restou ao Brasil tirar proveito da situação. E a nossa Seleção soube fazer, com afinco, seu dever de casa.

A superioridade verde e amarela era refletida na quadra e não demorou muito para o Brasil deslanchar no placar, abrindo seis pontos de vantagem, fazendo 7 a 1. A tímida seleção da Tunísia não incomodava, e tampouco passava pelo paredão formado não só pelo bloqueio brasileiro, mas por sua própria deficiência. Sendo assim, o primeiro set foi fechado com tranquilidade em 25 a 17.

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No segundo set, o Brasil não encontrou a mesma facilidade. A Tunísia começou a se soltar no jogo, e pela primeira vez na partida, ficou à frente no placar abrindo 4 a 3. O Brasil, atento ao perigo, voltou aos poucos a impor seu ritmo. E era justo essa morosidade, que irritava Bernardinho. Experiente, o treinador sabia que o conforto do favoritismo poderia complicar um jogo fácil.

A Seleção Brasileira corrigiu sua postura, mas a vantagem não passava de dois pontos. Era a hora de mudar. Dante saiu, dando lugar a Giba, ovacionado pelo estádio em maioria verde e amarela. No entanto, o 'queridinho da torcida' pouco acrescentou.

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O líbero Serginho se destacou em boas coberturas, e, juntamente a Murilo, maior pontuador da etapa, ajudou o Brasil a fechar o segundo set em 25 a 21.

No set que poderia não só fechar a partida mas manter a escrita de a Tunísia nunca vencer um set do Brasil, nossos jogadores sabiam que dar espaços a erros comprometeria não apenas o jogo, mas sua situação em um grupo composto por potências como Estados Unidos, Rússia e Sérvia.

O Brasil deveria ter seriedade e mostrar, de fato, por que a Tunísia é apontada como a mais frágil do Grupo B. E que esse favoritismo não fosse apenas teórico.

Reconhecendo isso, a equipe voltou melhor, corrigiu equívocos anteriores, e, jogando de forma leve, não encontrou empecilhos para fechar o último set em 25 a 21.

Na próxima terça-feira, o time de Bernardinho encara a muralha russa, às 18h (de Brasília).

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