Relembre casos de jogadores que se 'complicaram' com drogas

- Matéria
- Mais Notícias
A ex-jogadora do Santos e da Seleção Brasileira Bebel foi presa nesta terça-feira durante uma tentativa de furto na Penha, em São Paulo. Ela e o namorado, Rogério Alves Marqueze, confessaram o crime na delegacia e se disseram que são usuários de crack.
A prisão de Bebel remete a outros casos de atletas e ex-atletas que passaram por situações dramáticas por conta do envolvimento com drogas ilícitas.
Um caso recente foi o do ex-goleiro do Santos, Edinho, que foi preso em junho de 2005, acusado de tráfico de drogas. Em dezembro daquele ano, o filho de Pelé conseguiu a liberdade provisória, mas voltou a ser detido em fevereiro do ano seguinte, desta vez, acusado de lavagem de dinheiro.
O ex-jogador conseguiu um habeas corpus em dezembro de 2006, e foi solto novamente. Hoje, Edinho faz parte da comissão técnica do Santos, sem uma função específica.
No entanto, não são todos os casos envolvendo drogas ilícitas e jogadores de futebol que acabam nas páginas policiais. Não são raros os exemplos de atletas que prejudicaram suas carreiras após terem sido pegos no exame anti-doping.
Em 1996, o ex-atacante Dinei foi flagrado no exame por uso de cocaína, quando atuava pelo Coritiba. O jogador foi suspenso por 240 dias pelo STJD.
Após o acontecido, Dinei reergueu sua carreira e, em 1998, foi decisivo nos três jogos finais do Brasileirão conquistado pelo Corinthians, em cima do Cruzeiro.
Mais recentemente, o atacante Jobson foi flagrado no anti-doping do Brasileirão de 2009, jogando pelo Botafogo. À época, o jogador admitiu ao STJD que era usuário de crack.
Após cumprir seis meses de suspensão, Jobson jogou pelo Bahia no Brasileiro do ano passado. No entanto, teve sua pena aumentada pela Wada (Agência Mundial Anti-doping) e só poderá a jogar pelo Botafogo, a quem pertence seu passe, em março deste ano.
- Matéria
- Mais Notícias















