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Prestes a ser anunciada, Matriz da Rio-2016 deve atrasar e ficar 'mais cara'

Dia 01/03/2016
02:20

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Em fase final de confecção, a terceira atualização da Matriz de Responsabilidades para a Olimpíada Rio-2016 deve ser anunciada com atraso, e com valores superiores à segunda versão.

Neste sábado, Marcelo Pedroso, presidente em exercício da Autoridade Pública Olímpica (APO), foi um dos participantes da entrevista coletiva oficial com autoridades brasileiras ligadas à Rio-2016 em Toronto, cidade-sede dos Jogos Pan-Americanos. Pedroso afirmou que ainda não há uma data exata para a divulgação dos dados.

- Nossa intenção é divulgar a atualização a cada seis meses (a última foi no fim de janeiro), mas não sabemos ainda quando será divulgada a nova. Provavelmente teremos um atraso de uma semana a dez dias - falou Pedroso, que projetou a publicação para agosto.

O presidente interino da APO explicou que o motivo do adiamento foi a mudança promovida no cargo de representante do governo federal no Conselho Público Olímpico, comitê integrante da Autoridade Pública Olímpica. No mês passado, Luiza Trajano (dona do Magazine Luiza) substituiu Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central e que era o representante de Dilma Rousseff na cúpula. 

Além da demora na publicação da atualização da Matriz de Responsabilidades (documento que reúne os compromissos governamentais com as obras de instalações esportivas da Rio-2016, e detalhes como prazos, valores e grau de maturidade na construção), Pedroso também comentou que provavelmente haverá um acréscimo nos valores. Na segunda versão da matriz, o montante era de R$ 6,6 bilhões. No entanto, 14 dos 56 projetos ainda não tinham seus custos definidos. 

Na entrevista coletiva em Toronto, Pedroso não quis antecipar informações sobre o documento, tampouco se haveria alterações substanciais.

- Estamos na fase preparatória na área técnica. Não fechamos ainda as evoluções apresentadas. No dia a dia acompanhamos vários projetos e a evolução da maturidade. Não caberia fazer uma antecipação neste momento. O importante é que na atualização anterior 75% das obras estavam com maturidade acima de três, e os 25% restantes eram de obras complementares - falou o presidente em exercício da APO. 

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