Ao L!Net, Rússia rebate acusações de suborno: 'Antigas e sem fundamentos'
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A Rússia foi escolhida para receber a Copa de 2018 em 2 de dezembro de 2010, mesmo dia em que o Qatar foi definido para acolher o Mundial de 2022. O processo ficou marcado por ter apontado pela primeira vez duas sedes ao mesmo tempo, mas também pelas denúncias de compra de votos dentro do Comitê Executivo da Fifa.
O ex-presidente da Confederação de Futebol da Oceania, Reynald Temarii, e Amos Adamu, da Federação de Futebol da Nigéria, foram banidos após as acusações de venda de voto no pleito, realizado com 22 membros. O diretor executivo do Comitê Organizador Local da Rússia-2018, Alexey Sorokin, foi enfático ao falar sobre o tema e rebater qualquer suspeita:
– Permita-me deixar algo absolutamente claro: a Rússia-2018 nunca foi formalmente ou oficialmente acusada de qualquer impropriedade em torno do processo de candidatura. A Rússia ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo porque fez uma proposta única e atraente para a Fifa. Meu foco é garantir que o COL mantenha esse "momentum" de preparação e não me preocupar com antigas especulações que não têm evidências para sustentá-las – disse Alexey Sorokin, ao L!Net.
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O Comitê de Ética da Fifa investiga o processo de escolha para a Copa do Mundo de 2022 e diversas figuras da política do futebol teriam sido subornadas, como Julio Grondona, presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Nicolás Leoz, ex-presidente da Conmebol, e Ricardo Teixeira, antigo mandatário da CBF. Com nove votos na primeira rodada e 13 na segunda, a Rússia venceu a disputa contra Bélgica/Holanda, Portugal/Espanha e Inglaterra pelo Mundial de 2018.
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