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Maurício Ramos quer caldeirão da torcida no 'jogo da vida' contra o Sport

Adriano é apresentado pelo Flamengo (Foto: Ricardo Ramos)
imagem cameraAdriano é apresentado pelo Flamengo (Foto: Ricardo Ramos)
Dia 28/10/2015
05:51

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A situação do Palmeiras no Campeonato Brasileiro é complicada. Na zona de rebaixamento da competição, o time enfrentará o Sport, que está dois pontos à frente na classificação, na próxima quinta.

Para o zagueiro Maurício Ramos, a partida é considerada como o jogo da vida no Palmeiras. Ele pede que a torcida encha o estádio para apoiar o time. A diretoria até já baixou o preço dos ingressos e espera ter mais público.

- Todos os jogos são decisivos. Esse é o jogo da nossa vida, de seis pontos, eles ganharam do Santos, já vêm fortalecidos. Mas estamos jogando bem, só não conseguindo vencer, agora o presidente baixou o preço do ingresso, peço que o torcedor nos acompanhe nesse jogo para fortalecer mais, fazer um caldeirão para saírmos vitoriosos - declarou ele.

- Complicado, sabemos das dificuldades que passamos na zona, mas temos de ter alegria para entrar em campo, peço que a torcida nos apoie como na Copa do Brasil para sair dessa situação. Cada partida é mais que uma final, é o jogo das nossas vidas. Temos muita ansiedade de sair logo da zona, mas vamos pensar jogo a jogo. Sport tem dois pontos na nossa frente, é o jogo da vida. Depois do Sport vem o Atlético - falou.

Maurício Ramos acredita na volta por cima contra o Sport

O zagueiro quer que o Palmeiras se inspire no Fluminense de 2009, que se livrou do rebaixamento quando parecia impossível. Segundo ele, os jogadores tiveram de mudar a rotina por conta da situação e não estão conseguindo dormir direito.

- Complicado para nós e para a torcida. Não dormimos direito, todos pensam o que fazer de melhor. Todos se cobram, não só o torcedor. Peço para a torcida no apoiar, como Fluminense fez em 2009, estava pior que nós e saiu da zona. Peço que nos apoie, que lote o estádio quinta, para fazer o jogo da nossa vida - disse.

- Muda muito, você sai na rua, sabe que o time está mal, ouve piadinhas... Preferimos ficar mais em casa com a família, coitadas das esposas que têm de nos aguentar, ficam acordadas conosco... Em casa sempre refletimos mais no que fazer de melhor. A confiança agora tem de ser fortalecida para na quinta ser o jogo da vida - afirmou.

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