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Marcelo quer 'pitadinha de sorte' e vitória do Peixe fora por tranquilidade

Dia 01/03/2016
03:13

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A sequência de cinco jogos sem vitória deixou o cargo de Marcelo Fernandes ameaçado no comando do Santos, tanto que o presidente Modesto Roma Júnior até traçou o perfil de um eventual substituto. Nesta terça-feira, dia anterior à partida fora de casa, contra o Atlético-MG, pela sétima rodada do Brasileirão, o comandante concedeu entrevista coletiva no CT Rei Pelé e admitiu que está "chateado" com o momento do Santos, que hoje é o primeiro time à frente da zona de rebaixamento.

Para o comandante, um resultado positivo no Independência pode devolver a tranquilidade perdida um mês após o título do Campeonato Paulista. Após o compromisso diante do Galo, o Santos terá dez dias sem jogos até encarar o Corinthians na Vila Belmiro. Enquanto a diretoria pensa neste período para eventualmente realizar uma troca no comando, Marcelo quer que o intervalo sirva para colocar a casa em ordem.

- Vamos em busca da vitória justamente pensando nestes dez dias. Infelizmente pela sequência de jogos não tem tempo para que se trabalhe esses atletas. Mas com um grande resultado lá contra o Atlético-MG serão dez dias melhores - disse Marcelo Fernandes, antes de revelar que sua estratégia fora de casa será o contra-ataque:

- O Cruzeiro soube aproveitar lá no clássico (3 a 1 para a Raposa no Independência, no fim de semana), então estamos precavidos. Temos que ter dinâmica para aproveitar os espaços e fazer os gols. Sabemos que o nosso ponto forte é esse e que fazendo um grande jogo o Atlético vai proporcionar (os contra-ataques) - explicou.

Marcelo Fernandes assumiu o Santos na oitava rodada do Paulistão, em substituição a Enderson Moreira, e tem 23 jogos até agora, com 12 vitórias, seis empates, cinco derrotas e um título estadual. Apesar da campanha decepcionante no Brasileirão, com apenas seis pontos somados em seis rodadas, o treinador afirma estar tranquilo para a sequência da temporada.

- Vi que estão fazendo enquete do meu trabalho. Por que não fizeram enquete quando eu fui campeão paulista? Não queríamos que isso estivesse acontecendo, mas vou para Minas com uma baita vontade de ganhar, porque todo mundo sabe que o trabalho é digno aqui. Mas é super-normal do futebol. Não me empolgo com nada, meu pé está no chão do mesmo jeito - disse, antes de avaliar seu trabalho no clube:

- Avalio meu trabalho da seguinte forma: seis pontos em 18 é realmente muito pouco, mas acho que daqui a pouco a chave vai virar e a bola vai entrar. O trabalho está sendo feito. Acho que uma pitadinha de sorte vai bem também. Daqui a pouco a bola vai entrar e o Santos vai para o lugar que merece.

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