Mano: 'Ninguém vai querer mais o ouro que o Brasil'

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O técnnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes, viu muita evolução na equipe nos quatro amistosos que antecederam a viagem para Londres (contra Dinamarca, Argentina, México e Estados Unidos), porém diz que juntamente com isso conseguiu formar um grupo comprometido. Foi essa a afirmação categórica que fez na sua primeira entrevista coletiva desde que a equipe chegou para a disputa dos jogos Olímpicos:
- Ninguém vai querer mais o ouro que o Brasil. É um compromisso que a gente conseguiu criar. Esse deve ser um caminho que iremos perceorrer. Mas, claro, tem muita gente preparada. Não temos a ilusão de que alguém vai querer menos. Temos tradicionais adversários. Querem muito, como o Uruguai, a Espanha, que vem numa fase muito longa boa, o México, que fez uma grande preparação e venceu seus últimos jogos e torneios. Certamente eles podem ter vontade igual à nossa, mas maior certamente não.
O treinador diz que ter uma equipe de boa qualidade não é graantia de nada, por isso inssiste na ideia de que é preciso criar um grupo voltado para o objetivo. Sua base são os fracassos brasileiros nas edições anteriores.
- Você se constitui campeão durante a competição, se constroi durante a disputa. Assim que enxergo torneios como é a disputa olímpica. Se não vamos criar obstáculos que não sejam nossos adversãios. Temos exemplos históricos olímpicos da Seleção. Sempre a disputamos com grandes jogadores, então a questão não está na qualidade. Está exatamente no fato de você constituir uma equipe forte, que é o que estamoss trabalhando, abrir mão da vaidade pessoal.
O treinador, claro, explicou a tal evolução sentida nos testes mais recentes. E sublinhou que seu otimismo para a conquista da inédita medalha de ouro deve-se ao fato de nessas partidas o Brasil ter enfrentado adversários com equipe principal,
- Se conseguirmos fazrer o que fizemos contra a Argentina, que jogou com sua força máximo, temos também a obrigação de fazer contra equipes sub-23.
Nesta sexta-feira a Seleção fará, contra a Grã-Bretanha, seu último amisstoso antes da estreia na Olimpíada. E Mano enxerga similaridades entre as duas equipes: falta de entrosamento e jogadores experientes, mesmo que com pouca idade, habituados a grandes competições.
- A Grã-Bretanha é a anfitriã e vai ter a força natural de uma sede, como sempre é, pois conta com mais apoio dos torcedores. Nós temos dificuldades porque jogamos pouco com a atual formação, eles mais ainda. A estra hora estão tentando dar um conjunto para essa equipe. Fizeram amistoso fechado contra o México mas que acompanhamos. Eles têm alguns jogadores experientes, com rodagem em equipes profissionais, assim como acontece com a Seleção Brasileira.
Mano disse que o treino da manhã, no CT do Arsenal, em que envidou seus esforços para melhorar o rendimento da equipe principal, serviu para fazer ajustes.
- Como é véspera de jogo, a gente faz um trabalho com menos intensidade. Justamente para dar uma ideia de pequenos espaços que aparecem e precisamos ir corrigindo. São pequenos ajustes para produzirmos melhor como equipe;.
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