Liberta x Brasileiro: Galo e a antítese do bom e mau momento simultâneo
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Está ruim, mas está bom. Essas palavras foram faladas pelo atacante Guilherme, antes da derrota para o Vasco, nesta quarta-feira, para mostrar que, mesmo vivendo um péssimo momento atual no Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG goza do privilégio de disputar uma semifinal da Libertadores e de ter vencido a final do Estadual.
Só que a fase de seis jogos sem vitórias já ligou a luz amarela na Cidade do Galo. O projeto da diretoria alvinegra era montar um time capaz de disputar nas cabeças todas as cinco competições do calendário. O trabalho atual do técnico Cuca e do alto escalão do clube não pode ser questionado, já que fazem História no Alvinegro. Mas estar na zona do rebaixamento neste início de Brasileiro serve de alerta.
O principal ponto a ser revisado é o banco de reservas que tanto deu trabalho, de forma negativa, na disputa do título do Brasileirão de 2012. Mais uma vez, o Galo precisou poupar suas grandes estrelas (Diego Tardelli e Ronaldinho) e os reservas não deram conta do recado.
Na busca por mudanças no Estádio Raulino de Oliveira, o treinador teve de colocar Alecsandro - que cansou de perder gols - no lugar de Guilherme. Assim, tirou o único responsável pela armação central (merecida a substituição) para acionar uma dupla de atacantes pesados e finalizadores.
Outro problema foi os três volantes, que não conseguiram fechar o meio de campo. Além disso, foi Josué sair para o Vasco aproveitar o contra-ataque e definir a vitória por 2 a 0.
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