Ganso cita superação e aflora lado marcador no Santos

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Os passes refinados e o poder de decisão de Ganso nos jogos contra o América-MEX, na última quarta-feira, e São Paulo, no sábado, foram trocados por uma "mudança forçada" de posição após a saída de Zé Eduardo e a exigência de Muricy Ramalho para que marcasse mais para garantir o empate por 0 a 0 contra o América e a classificação às quartas de final da Copa Santander Libertadores.
– O ritmo está muito forte, mas estou me superando. Tive que ajudar muito na marcação, esse é o espírito da equipe. Não joguei como centroavante – afirmou Paulo Henrique.
No jogo, porém, Ganso foi pouco efetivo no quesito. Se acertou uma cobrança de falta na trave, fez apenas um desarme e acertou 28 dos 36 passes (segundo números do Footstats).
– Soubemos aguentar a pressão, conseguimos nos classificar. O Santos está brigando por todos os títulos e mostrando que soubemos como marcá-los – explicou.
O meia atuou os 90 minutos e terminou como o jogador mais avançado da equipe, quase que na função de Zé Eduardo. No primeiro jogo, foi o autor do gol na vitória por 1 a 0, na Vila Belmiro.
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