Felipão rechaça pior momento na carreira e não teme a torcida palmeirense

- Matéria
- Mais Notícias
O técnico Luiz Felipe Scolari vive o pior momento no Palmeiras desde que voltou ao clube, em junho do ano passado. Sem vitórias nas últimas seis rodadas do Brasileirão, o time que antes brigava por uma vaga na Libertadores agora já tem a Sul-Americana ameaçada e se aproxima da zona do rebaixamento. Felipão não acha que seja seu pior momento na carreira, e confirma permanência.
- Minha história como técnico é boa, mas já tive momentos ruins, dificuldades enormes. Já dirgi equipes que não ganharam. Nós temos de dirigir. Minha situação é o que eu falei. Vou continuar insistindo para a equipe, até o fim do ano, render mais. E depois ver o que acontece - declarou, após a derrota para o Figueirense, neste sábado, por 2 a 1.
Felipão diz não ter medo de desgastar relação com a torcida
- Termino o jogo, vou para casa, fico triste a noite toda, amanhã triste. Volto na segunda com vontade de trabalhar, mudar algo. É um momento ruim? É. Mas já passei dificuldades muito piores no começo de carreira, fora do país... Vamos continuar insistindo. Só assim se muda uma situação. Se tiver de montar a equipe diferente, para sair da crise - completou.
O técnico não teme a torcida do Palmeiras, que já começa a contestar seu trabalho à frente da equipe. Após a derrota deste sábado, torcedores de Verdão e Lusa entraram em confronto no Canindé, o que pode impedir que o Verdão volte a jogar no estádio.
- Medo do que? O torcedor está mais inconformado, eu sou sabedor disso. Montei a equipe, não está conseguindo. Tenho de enfrentar, sem medo. É o momento que passa o técnico, a equipe. Não vejo porque ficar com medo. Posso ter vergonha do que acontece, ficar triste. Não posso deixar de trabalhar - concluiu Felipão.
- Matéria
- Mais Notícias















