menu hamburguer
imagem topo menu
logo Lance!X
Logo Lance!

Felipão pede mais poderes a Galeano e critica ciúme

Adriano treina no Corinthians (Foto: Caio Carrieri)
imagem cameraAdriano treina no Corinthians (Foto: Caio Carrieri)
Dia 28/10/2015
05:41

  • Matéria
  • Mais Notícias

O técnico Luiz Felipe Scolari não tem dúvidas: o maior problema do Palmeiras é o ciúme interno na diretoria. Sem esconder a insatisfação com algumas situações que ocorrem frequentemente no clube, o técnico pediu mais poderes ao seu coordenador técnico, Galeano.

- Hoje, é muito difícil que outras equipes levem um coordenador, geralmente é uma pessoa ligada ao clube, conhece futebol, esta ligado à direção. É o caso do Galeano. Ele não tem os poderes e nem participa, como tinham os que ocupavam o cargo antes dele. Ele é só o coordenador, não dá entrevista, não tem a condição de contratar. Tem superiores a ele. Não faz mais do que isso - afirmou Felipão

- Gostaria que ele tivesse mais poderes, já falei isso ao presidente. Acho que ele tendo essa condição, faria com que algumas coisas que acontecem só chegassem ao presidente e ao vice no final. Essa é a função de alguém que tem esse cargo. Isso é uma colocação minha, sou funcionário, tenho que seguir a hierarquia - completou.

A relação de intimidade entre o treinador e Galeano começou em 1997, quando trabalharam juntos pela primeira vez no Palmeiras. Em 1999, no título da Libertadores, o volante era um dos homens de confiança de Felipão, tendo inclusive feito partidas importantes na campanha vitoriosa.

Ainda assim, Scolari acredita que, se ele começar a aparecer, outros integrantes da diretoria alviverde poderiam se sentir incomodados, e pede liberdade a seu coordenador.

- Tem que parar esse ciúme. Ciúmes de homem é dose. Aqui no Palmeiras, se alguém aparecer e disser alguma coisa, pronto: ciúmes total, começa uma guerra. Por isso que ele não vai aparecer nunca para falar de qualquer coisa. Tem que passar pelas picuinhas de explicar para A ou B que o Galeano é importante. Ele iria fazer muito mais pelo Palmeiras. Avança até determinado ponto e não avança mais, porque não tem autonomia para isso. É confiança. Se não querem, manda embora. É isso - declarou o treinador.

  • Matéria
  • Mais Notícias