Felipão detona e deixa futuro no Verdão em aberto

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Luiz Felipe Scolari classificou o empate do Palmeiras contra o Atlético-GO, com dois jogadores a mais, como a maior vergonha de sua carreira. Falou em vexame, fez críticas ao time e isentou a diretoria. Ao ser questionado sobre até quando aguenta a situação, o comandante deixou o futuro no Verdão em aberto.
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- Pelo menos até amanhã, quando voltar para lá (para São Paulo). Vamos ver o que vai acontecer - afirmou o treinador, que viu o empate no Serra Dourada como pior até do que a goleada sofrida por 6 a 0 para o Coritiba, pela Copa do Brasil.
- Não tinha nem o pau da barraca para chutar. Se você colocar para mim... Eu já perdi de 6 a 0, já perdi campeonato. Mas 11 contra 9, 1 a 0.... E ainda poderia perder o jogo. Acho que foi a maior vergonha da minha vida. Pode ser que eu sinta essa vergonha, não sei se os jogadores sentem - disse ele, antes de ser questionado se dava vonta de "ir embora".
- Vou embora para São Paulo. Não penso em nada. Quando resolver, aviso vocês - afirmou.
Verdão vacila e apenas empata com o Atlético-GO
Na última semana, Felipão comparou sua relação com o Palmeiras a um casamento em crise. Brincou que o Verdão andava com aparência de "diabinho" e disse que "só com amor" para superar os problemas. Neste domingo, disparou:
- Nem com amor está dando. É vexame. Se tiver uma palavra pior de vexame... Se amanhã, toda nossa torcida, grupo de trabalho, ouvir piada, manifestações, tem de engolir seco e bem sequinho. É um vexame total, absurdo. Que ninguém fique bravo, porque é a realidade - disse, isentando a diretoria.
- Vexame de todo mundo. Não tem a nada a ver com direção. Diretoria não tem nada a ver com isso. Somos nós. Estamos sendo pagos e não fazendo coisa nenhuma - completou Felipão.
O técnico concorda que o Palmeiras tem feito pouco para merecer algo a mais no Brasileirão.
- Até minha avó que está enterrada sabe que é muito pouco. Estamos ganhando, tomamos o gol. Acho que em determinados jogos vamos ter de colocar mais um zagueiro. As coisas não acontecem, parece que desaprende, deixam de pensar coletivamente. É desastre, vergonha. Vamos correr atrás de novo - afirmou.
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