Facção do Bota nega que atos sejam políticos e pede um astro
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Dos cinco protestos que o Botafogo passou nas duas últimas semanas, quatro foram planejados pela mesma facção da torcida. Nesta quarta-feira, após o treino da tarde, um grupo de 15 pessoas pediu autorização para entrar em General Severiano e conversar com o presidente Mauricio Assumpção, mas teve o acesso negado. Os manifestantes continuaram na porta da sede por meia hora, sem causar maiores problemas. Ainda assim, quase dez seguranças particulares e duas viaturas policiais ficaram no local até o grupo sair.
De acordo com os integrantes da facção organizada, os protestos têm unicamente o objetivo de mobilizar a diretoria do Alvinegro para que um nome de peso seja contratado.
– O presidente prometeu que teremos time para ser campeões e até agora não vi reforços. Se trouxerem uma contratação da Europa, nós paramos com as manifestações na hora – disse um dos líderes.
Um novo ato está planejado para os próximos dias e os seguranças estão dia e noite de plantão na sede, espalhados por diversos lados.
Dentro do Glorioso, comenta-se que as ações são motivadas por caráter político, já que é ano eleitoral no Botafogo. A organizada nega:
– Nosso interesse não é político e não queremos tirar o presidente, porém achamos que o clube não tem força política nos bastidores - comentou im integrante.
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