Estratégia argentina é para pressionar e marcar Neymar de perto

- Matéria
- Mais Notícias
Em desvantagem no confronto com os brasileiros no Superclássico das Américas, a seleção argentina já preparou uma tática para reverter o placar do primeiro jogo: aproveitar as dimensões mais curtas do gramado e colar em Neymar.
- Ele tem muitos ingredientes de um craque. E não muda sua forma de jogar. Nós o respeitamos, está entre os melhores hoje. Entendemos as dificuldades de marcar um jogador assim, vamos encurtar o espaço, queremos estar à altura - afirmou o zagueiro e capitão argentino, Sebá Domínguez, em entrevista coletiva no hotel em que a seleção está concentrada.
Outra peça do sistema defensivo, Leandro Desábato ainda disse que a marcação sobre o Brasil será mais adiantada com relação ao primeiro jogo, vencido por 2 a 1 pelo time de Mano Menezes.
- O campo em Goiânia, sem querer dar desculpas, era muito grande. Amanhã é um campo menor, mais fácil de ocupar espaço. Vamos fazer uma boa partida. Queremos estar cinco ou dez metros mais adiantados na marcação para trabalhar com mais pressão. É o segredo - afirmou o defensor.
O goleiro Ustari rebateu as críticas feitas ao técnico Alejandro Sabella pela postura considerada excessivamente defensiva.
- O futebol argentino não está tão abaixo do que se fala. É um clássico e os clássicos se jogam como tal. Temos que ser inteligentes - finalizou.
A Argentina faz nesta terça-feira à noite o último treino antes do confronto de quarta com o Brasil.
- Matéria
- Mais Notícias















