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Empresa entrega proposta para permanecer no Maracanã

Dia 01/03/2016
02:21

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A Complexo Maracanã Entretenimento S.A. entregou ao governo do estado, na tarde desta segunda-feira, sua proposta para permanecer com a gestão da instalação esportiva. O departamento jurídico da empresa protocolou o documento e, agora, aguardará a resposta governamental.

O contrato de concessão do Maracanã à iniciativa privada precisou ser revisto após o governador do Rio, Sérgio Cabral Filho, desistir de demolir o Parque Aquático Julio de Lamare, o Estádo de Atletismo Célio de Barros, além da Escola Municipal Friedenreich. No local das instalações seriam construídos prédios de estacionamento e de lojas comerciais. As construções ocorreriam em um terreno próximo ao estádio, onde, pelo contrato original, seriam realocadas as instalações esportivas demolidas do complexo.

A proposta entregue pela Maracanã S.A. prevê que os edifícios sejam erguidos mas em uma área da Quinta da Boa Vista. O Complexo trabalha com a possibilidade de usar três terrenos nessa área, em um raio de até cinco quilômetros de distância do Maracanã.

Na proposta encaminhada não há previsão de reformas do Célio de Barros e do Julio de Lamare, que só serão feitas caso o governo demande.

Segundo o Maracanã S.A., a proposta não é um aditivo contratual, uma vez que ela não está descaracterizando o objeto do contrato. Assim, o valor dos investimentos iniciais e da outorga permanecem bem próximo do original.

O governo do estado confirmou o recebimento da proposta. Mas não especificou um prazo para dizer se aceita a oferta da Maracanã S.A. ou se cancelará o compromisso e reassumirá a administração do estádio.

NOTA DO COMPLEXO MARACANÃ

A empresa Complexo Maracanã Entretenimento S.A. apresentou hoje ao governo do Estado do Rio de Janeiro carta reiterando seu entendimento de que continua válido o contrato para a gestão, operação e manutenção do Maracanã e do Maracanãzinho, posição esta também ratificada pelo jurista Prof. Sergio Ferraz. Neste documento, a concessionária reafirma que a decisão do governo de cancelar a demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros e do Parque Aquático Júlio Delamare afeta apenas a área onde estão instalados, já que seria utilizada pela Concessionária para cumprir sua obrigação de implantar outros equipamentos, como museu do futebol, área de lazer, lojas, restaurantes e estacionamento.

A concessionária apresentou alternativas para novo projeto arquitetônico, mas frisa que a solução final somente poderá ser apresentada quando ficarem definidas a localização e as características do terreno. É importante destacar que a área a ser escolhida e, consequentemente, as instalações são também, assim como o Maracanã e Maracanãzinho, bens públicos administrados pela concessionária apenas durante o período de concessão.

A concessionária reitera seu compromisso para a modernização do Maracanã e sua transformação em um complexo esportivo, de lazer e entretenimento – destinado também a se constituir em uma das principais atrações turísticas do Rio de Janeiro e do Brasil. Reforça ainda seu comprometimento para o fortalecimento das parcerias com os clubes cariocas, cujo objetivo é promover a democratização do acesso de todos os torcedores ao Maracanã, contribuindo assim para a profissionalização e saúde financeira do futebol brasileiro.

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