Dunga teme ‘7×1 eterno’ e cobra cautela com escândalo da Fifa
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Dunga não participou do vexame brasileiro na Copa do Mundo de 2014, mas, desde que voltou ao comando da Seleção Brasileira, tem sido bombardeado com perguntas sobre a vergonhosa derrota por 7 a 1 para a Alemanha. Apesar disso, o treinador reconhece que a equipe precisa dar uma "resposta além do normal" ao torcedor, que estará em peso no Allianz Parque, em São Paulo, para o amistoso deste domingo contra o México.
- O 7 a 1 é uma marca que vai demorar a sair. E não sei se vai sair. Mas não podemos entrar em pânico. E quando ficamos 24 anos sem ganhar nada, mesmo com jogadores sensacionais? Precisamos dar uma resposta ao torcedor, é verdade. Precisamos mostrar dentro de campo uma vontade de ganhar e dar uma resposta além do normal - declarou.
- O torcedor brasileiro, pela venda de ingressos para o jogo contra o México (cerca de 35 mil vendidos), já demonstra o carinho que tem pela Seleção. Necessitamos do apoio dele - completou.
Outro assunto polêmico abordado por Dunga durante a coletiva deste sábado foi o escândalo da Fifa, que acabou com a prisão de José Maria Marin, ex-presidente da CBF, e colocou em xeque a integridade do atual comando da CBF, presidida por Marco Polo Del Nero.
- Acho que todos nós estamos vendo o que está acontecendo no mundo, não só no futebol. Conversamos com os jogadores (da Seleção Brasileira) e deixamos eles livres para se posicionarem. Mas isso, claro, sem julgar ninguém, sem julgar antes de ter algo definido e comprovado. Não tem isso de pré-julgar ninguém - finalizou.
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