Dirigente do tênis de mesa sai da oposição e vai para a situação

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No início do ano, o presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, despontou como o líder da oposição a Carlos Arthur Nuzman à presidência Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Mas, nesta sexta-feira, ele explicou o porquê de ter aderido à situação e votado pela reeleição de Nuzman ao cargo.
– Minha crítica nunca foi à pessoa do presidente Nuzman. Minha crítica sempre foi às ideias do COB e a várias práticas que foram modificadas – justificou.
De acordo com o presidente da CBTM, Nuzman aceitou rever, por exemplo, os critérios de distribuição da Lei Agnelo-Piva, diminuindo a diferença entre as confederações que mais recebiam e as que menos recebiam recursos. Ele negou que o presidente do COB tenha desmantelado a oposição com a compra de votos.
– Houve mudança de postura de Nuzman e não oferta de recursos financeiros – disse Azevedo.
Nesta sexta-feira, após Nuzman ter sido reeleito, o presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG), Eric Maleson, único a votar contra o atual presidente do COB, disseque não liderava o movimento pois nunca quis presidir o COB. Ele afirmou que apenas apoiava Alaor num grupo de dez confederações que iriam fazer oposição.
- Eu não sou de recuar. Tivemos duas reuniões, com a presença de nove presidentes de confederações. Aos poucos, por medo do Nuzman, eles foram deixando o movimento até que ficamos somente eu e o Alaor. Depois, o Alaor também saiu e eu fiquei de boi de piranha. Sou perseguido pois sou oposição. Mas tenho valores e não estou à venda - disse Maleson.
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