Crise política atrasa pagamento de premiação no Botafogo-SP

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A crise política que se instalou no Botafogo-SP desde a última rodada do Paulistão está prejudicando até mesmo os jogadores que defenderam o clube no Estadual. Os atletas ainda não sabem quando receberão a premiação pelas últimas três vitórias, que salvaram o Pantera do rebaixamento, e até mesmo os acertos de rescisão de contrato.
Como toda a diretoria executiva pediu demissão, na última semana, após o Conselho Deliberativo aprovar um pedido de cassação, o clube está sem presidente e sem diretoria que possa responder pelas contas do clube.
Nesta sexta-feira, o vice-presidente Gilberto Pinhata anunciou que renúncia ao cargo e, a partir da próxima segunda-feira, a presidência passa a ser ocupada pelo presidente do Conselho, Gustavo Assed Ferreira, que convocará novas eleições em duas semanas.
O presidente do Conselho Fiscal, Carlo Felippini, em entrevista coletiva, nesta sexta-feira, pediu paciência aos jogadores.
- Todos os esforços possíveis e imagináveis serão feitos para honrar todos os compromissos dos jogadores. O recado é que todos estão unidos para que isso seja sanado o mais rápido possível. Esperamos que os jogadores tenham um mínimo de compreensão - disse Felippini, que a partir de segunda-feira começará uma auditoria nas contas do clube.
Segundo o próprio Botafogo, a premiação pelas vitórias sobre Linense, Catanduvense e Guarani ultrapassa o valor de R$ 100 mil.
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