Corinthians luta com a Odebrecht por 'um Messi'

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Ainda sem orçamento definido para as obras do futuro estádio do clube, em Itaquera, a diretoria do Corinthians continua lutando com a Odebrecht - construtora responsável - para que o valor da arena não alcance a casa de R$ 1 bilhão.
Neste sábado, Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians e um dos encarregados de gerenciar a obra ironizou a diferença entre o valor projetado pelo Timão e o orçado pela construtora.
- O grande problema é o valor do estádio. A diferença é de R$ 200 milhões. Dá para comprar o Messi - ironizou o dirigente, que luta, junto ao Corinthians, para manter a obra entre R$ 700 milhões e R$ 850 milhões.
Principal candidato para receber a abertura da Copa do Mundo em 2014, o Corinthians teve o prazo para apresentar as garantias financeiras à Fifa adiado nas últimas semanas. Por conta dos atrasos nas obras das arenas brasileiras, a entidade adiou a decisão, que seria em julho, para outubro. A decisão tranquiliza o Timão, mas a diretoria promete lutar para adiantar as definições.
- Nós teríamos que levar as garantias até o dia 12 (de julho) se a tabela fosse divulgada no dia 27. Como a Fifa alterou para o fim do ano, isso também mudou. Mas estamos conversando para que tudo se resolva o mais rápido possível - comentou Rosenberg.
Na última semana, foi aprovado um projeto de lei que prevê benefícios fiscais para o investimento em Itaquera, Zona Leste de São Paulo, que permitirá ao Corinthians viabilizar até 420 milhões para o estádio. Além disso, o clube aguarda a aprovação de um financiamento no BNDES, no valor de R$ 400 milhões. Com a verba, seria possível construir um estádio com capacidade para 65 mil pessoas e atendendo às exigências da Fifa para receber a abertura.
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