Boca Juniors: com cara de déjà vu na final da Libertadores

A História está aí para não deixar mentir. Sendo assim, o torcedor do Boca Juniors pode sonhar em ver Riquelme levantando a taça ao fim da segunda partida decisiva da Copa Santander Libertadores contra o Corinthians, na próxima quarta-feira, no Pacaembu. Todas as vezes em que o clube Xeneize marcou o primeiro gol de uma série decisiva, ficou com título continental.
É como um déja vu iminente, um destino difícil de frear. O gol de Roncaglia na Bombonera (empate em 1 a 1) trouxe a interrogação: a História se repetirá?
Foi assim nas seis vezes em que o Boca conquistou a Libertadores. Nas outras três finais perdidas, foi o adversário em questão quem marcou primeiro. Nessas, o clube ficou a um passo da glória.
O destino vencedor do Boca Juniors começou em 1977, contra o Cruzeiro. Veglio fez o gol do 1 a 0 no primeiro jogo, na Bombonera. No ano seguinte, após um 0 a 0 na Colômbia contra o Deportivo Cali, foi Perotti que marcou o primeiro na goleada por 4 a 0, em casa.
Anos depois, em 2000, Arruabarrena abria o placar no 2 a 2 contra o Palmeiras na primeira partida, na Bombonera. O título foi ganho no Morumbi, na disputa por pênaltis.
O mesmo fez Delgado no ano seguinte, no 1 a 0 frente ao Cruz Azul, e repetiria a dose em 2003 nos 2 a 0 contra outro clube brasileiro, o Santos, em Buenos Aires. O título foi comemorado em São Paulo.
Antes de Roncaglia marcar o tento no 1 a 1 contra o Corinthians, na quarta-feira, foi Palacio quem abriu o placar nos 3 a 0 sobre o Grêmio, na Bombonera, na campanha da última conquista em 2007.
A definição atual está aberta. Tanto Boca como Corinthians estão em igualdade de condições para a partida final no Pacaembu. Porém ao lado dos comandados de Falcioni caminha o peso da História. O destino, mais uma vez, será cumprido?
Com a palavra
Walter Vargas, Editor do Diário "Olé" (ARG)
Boca esteve de cara com o seu espelho
Boca se viu diante de um incômodo espelho. O Corinthians revelou ser um time determinado, fiel à sua cartilha e fulminante para aproveitar a chance que teve.
Poderia o Boca ter vencido? Sim, e até merecia. Mas o empate não é tão ruim como possa parecer. No Pacaembu os Xeneizes serão um time frio e sólido. Na Libertadores avançou assim, de passo em passo. A qualidade do rival só fará com que o título, se vier, seja mais comemorado.

Tênis
João Fonseca vai voltar a subir no ranking após a Copa Davis
Há 1 dia
Todos Esportes
Lance! analisa ao vivo a primeira convocação de Ancelotti para a Copa de 2030
Há 1 semana
Corinthians
Memphis Depay revela incômodo após derrota do Corinthians
Há 1 semana
Todos Esportes
Vídeo: Gabigol se desculpa com torcida do Santos após declarações sobre Flamengo e Cruzeiro
Há 2 semanas
Futebol Nacional
Relembre casos de jogadores acusados de relação com o tráfico de drogas
Há 2 semanas
Futebol Nacional
Comissão da FFU pede mudanças a investidor, que refuta recompra individual de direitos
Há 3 semanasMais LANCE!

Clube notifica FFU por conflito de interesses de administrador, sócio de Ronaldo

Justiça de Brasília exige que Sinafut comprove legitimidade em ação contra FFU

Brasileiro renova com clube árabe, ganha cidadania e mira seleção do país

Escalação do Fluminense: Marcão aprova teste contra o Palmeiras

Copa do Brasil: Vitória conhece adversário e chaveamento

Chelsea x Milan: onde assistir, horário e prováveis escalações

GDA Luma, que comprará SAF do Botafogo, sofre ação por fraude nos EUA

Palmeiras perde quando pode, avança na Copa do Brasil e vê Flaco ainda mais protagonista

Diego Fernandes rebate conselheiro do São Paulo em rede social

Presidente da Fifa Master Alumni vê Infantino ainda favorito: 'Há muito ruído'

Santos x Remo: onde assistir, horário e escalações pela Copa do Brasil

Paulinho retorna aos treinos, e Palmeiras inicia preparação para a Copa do Brasil

Lula diz que só usa camisa do Corinthians e do Vasco: 'Flamengo, não'
