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BMG estuda proposta maior para levar Gilberto ao Timão

Thiago Neves, Ronaldinho e Negueba, do Flamengo - (Foto: Cleber Mendes)
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Dia 28/10/2015
05:50

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A transferência do atacante Gilberto, do Santa Cruz para o Corinthians, que parecia tão próxima de uma conclusão, foi adiada por conta de uma alteração na Lei Pelé.

A modificação, do dia 16 de março, dá o direito de preferência ao clube formador do atleta para que apresente uma nova proposta de contrato, em caso de proposta oficial pelo jogador. Agora, o Corinthians, por meio de investidores - como revelou o LANCENET! na tarde desta segunda-feira -, estuda realizar uma oferta maior do que a cláusula rescisória do jogador, para que possa resolver com o Santa Cruz sem que o clube pernambucano recorra ao direito, como formador do atleta.

A alteração na Lei Pelé faz com que o Santa Cruz, primeiro clube profissional de Gilberto, de 21 anos, tenha a preferência pela renovação. No início da tarde desta segunda-feira, o clube de Recife entrou com o pedido na Federação Pernambucana, com uma nova proposta salarial de cerca de R$ 20 mil pelo jogador. Agora, Gilberto tem quinze dias - a partir desta terça-feira - para apresentar ao Santa Cruz uma proposta mais elevada do que a do atual clube.

- Provavelmente o Santa Cruz não terá condição de cobrir uma proposta do Corinthians, mas antes disso exerceu o direito de preferência. O clube tem de formalizar uma proposta salarial antes de qualquer depósito. Também não podemos blefar, o Santa Cruz não pode prometer um salário que não pode cumprir - afirmou Eduardo Lopes, diretor jurídico do Santa Cruz, ao LANCENET!.

Caso a proposta salarial corintiana atinja um valor superior à do Coral, o Timão terá de arcar apenas com a cláusula rescisória de Gilberto, avaliada em R$ 390 mil - que seria paga pelo Grupo BMG, com a intenção de colocar o atleta no clube paulista. Na possibilidade remota do "empate" das propostas salarias, os investidores teriam de arcar com o valor de 200 vezes o salário proposto, que poderia chegar a R$ 4 milhões, no caso da proposta salarial de R$ 20 mil.

Agora, porém, para evitar que a transferência se arraste, o Timão - por meio do BMG - cogita realizar uma proposta em um valor um pouco maior do que a cláusula atual, em uma oferta que poderia chegar a R$ 500 mil, segundo apurou o LANCENET!. Com isso, o Santa Cruz desistiria de exigir o direito de preferência, e liberaria o jogador sem complicações. À reportagem, o empresário do jogador, Luis Ferreira, confirmou que ainda nesta terça-feira acontece uma reunião entre clube e investidores para agilizar a saída do jogador.

- Advogados do clube e dos investidores terão uma reunião na tarde de hoje (terça-feira), para tentar uma solução plausível, uma saída amigável do clube - declarou.

Nesta terça-feira, o Grupo BMG tentou, junto à Federação Pernambucana de Futebol, o depósito de R$ 390 mil, pela cláusula penal, mas ouviu a negativa da entidade. Após as modificações na Lei Pelé, os investidores pretendem realizar uma oferta superior à cláusula para tentar levar o atacante a São Paulo.

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