Auckland aposta em estrangeiros para surpreender no Mundial

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Saiu o sorteio do Mundial de Clubes, e o Monterrey, considerada a terceira força, ficou na chave do Santos. O clube mexicano ainda joga contra o vencedor do campeão japonês (que só será definido no dia 3 de dezembro) e Auckland City, da Nova Zelândia.
O Auckland é o caçula da competição, foi fundado em 2004. Mas de lá para cá, já é tetracampeão nacional, e tricampeão continental.
Para chegar ao Mundial, o clube não teve grandes dificuldades na final. Venceu os dois jogos contra o Amicale, do Vanuatu. O primeiro, fora de casa, por 2 a 1, e o segundo, por 4 a 0, no acanhado estádio Kiwitea Street, que suporta apenas 3 mil pessoas.
O time é recheado de estrangeiros. Só no time que costuma ser titular, existem seis europeus. Três deles são espanhóis, assim como o técnico Ramon Tribulietx. Dos neozelandeses, quatro fazem parte da seleção.
O destaque do time fica no ataque. Manuel Expósito, que chegou a ser atleta do Barcelona, comanda o trio formado com o croata Koprivcic e o inglês Dickinson. O grego Fenerides é o líder no meio-campo.
O Auckland ainda tem um brasileiro, que cresceu nos Estados Unidos. O atacante Halile Nagime é visto como uma promessa no clube.
Já o país anfitrião terá uma vaga que ficará entre o Kashiwa Reysol (treinado pelo brasileiro Nelsinho Baptista), Gamba Osaka (do também brasileiro Levir Culpi) ou Nagoya Grampus, times que ainda brigam pelo título nacional.
Faltando três rodadas para o fim do Japonês, o Reysol, que tem o meia Jorge Wagner, ex-São Paulo, em seu elenco, é o líder da competição com 65 pontos. O segundo é o Osaka, que tem dois pontos a menos. A terceira colocação é do Grampus, que tem 62.
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