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Após veto a Oswaldo, Modesto dispensa integrantes do Comitê

Dia 01/03/2016
03:10

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O presidente Modesto Roma Júnior decidiu desonerar dois membros do Comitê de Gestão do Santos nesta quinta-feira: Lourenço Lopes e José Renato Quaresma. A decisão foi tomada após o presidente acertar bases contratuais com o técnico Oswaldo de Oliveira, mas receber o veto do colegiado, que se organizou para barrar o nome do profissional após não ter sido consultado sobre o nome. Por estatuto, o grupo tem o direito de vetar decisões do mandatário.

Lourenço Lopes e José Renato Quaresma votaram contra a contratação de Oswaldo de Oliveira, ao lado dos outros membros do Comitê de Gestão: José Macedo Reis, Gastone Righi, Rodrigo Marino, Paulo Roberto Dias e Jorge Corrêa da Costa. A opção pela dispensa apenas dos dois primeiros ocorreu em razão de conflitos passados entre os dirigentes. Lourenço Lopes, por exemplo, reclamou pelo Facebook da demissão do técnico Enderson Moreira, em março.

No entanto, o estopim para a queda dos dois membros do Comitê foi mesmo o veto a Oswaldo. Insatisfeito com a sequência de seis jogos sem vencer, Modesto, com seu vice César Conforti e o superintendente de esportes Dagoberto Santos, chegou à conclusão de que o técnico demitido do Palmeiras naquela semana era o nome ideal para substituir Marcelo Fernandes. O presidente negociou salários, tempo de contrato e até renegociação da dívida, enviou Dagoberto ao Rio de Janeiro para fechar e na última hora foi surpreendido com o veto.

Na ocasião, Modesto abriu a sala de reuniões da Vila Belmiro e exibiu os minutos finais do encontro com os membros do Comitê de Gestão, afirmando que a decisão tomada anteriormente não era um veto a Oswaldo, e sim um voto de confiança a Marcelo Fernandes. Apesar disso, após o almoço regado a "parmegiana e democracia", segundo palavras do próprio presidente, Modesto disse que Marcelo "não era imortal, posto que é chama, mas que seja eterno enquanto dure".


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