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Após demissões, dois membros do Comitê pedem para deixar o Santos

Dia 01/03/2016
03:09

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O Comitê de Gestão, colegiado responsável pelas principais decisões do departamento de futebol do Santos, está esfacelado. Após o presidente Modesto Roma Júnior dispensar dois dos sete membros que havia indicado no início de 2015, outros dois pediram demissão do órgão nesta sexta-feira, por meio de cartas enviadas à presidência: Rodrigo Marino e Jorge Corrêa da Costa.

Renegado pelo presidente do Santos mesmo durante a campanha eleitoral, o Comitê de Gestão tem tido indisposições constantes com o próprio Modesto, o vice César Conforti e principalmente o superintendente de esportes Dagoberto Santos. O estopim para os conflitos ganharem dimensão extra-clube foi o veto do colegiado ao nome do técnico Oswaldo de Oliveira, que já tinha tudo certo para assumir o comando na vaga de Marcelo Fernandes.

Os sete membros do Comitê foram contra o acordo com o técnico e, baseados em normas do Estatuto Social, veteram sua contratação. Por maior participação nas decisões do clube, o grupo se uniu e desafiou Modesto. Contrariado, o presidente exonerou José Renato Quaresma e Lourenço Lopes alegando falta de confiança na dupla. Desta vez, foi surpreendido com os pedidos de demissão de Rodrigo Marino e Jorge Corrêa da Costa.

Modesto ainda não decidiu quem assumirá as vagas de Marino e Costa, mas já indicou Antonio Carlos Cintra e Marília Gallotti Bonavides de Sousa para as vagas de Quaresma e Lopes. A possível entrada da primeira mulher do Comitê, porém, já insatisfez alguns membros do Conselho Deliberativo, já que ela é irmã do presidente do órgão, Fernando Gallotti Bonavides. Os protestantes afirmam que será algum tipo de conflito de interesses a irmã do presidente do Conselho estar no Comitê. Além disso, a nomeação de parente também é vetada pelo estatuto.

O LANCE! ainda apurou que Gastone Righi, Paulo Roberto Dias e José Macedo Reis, os últimos membros do Comitê de Gestão que ainda não foram mexidos até agora, podem pedir demissão nos próximos dias em solidariedade aos quatro que já saíram.

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