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Contra saída de ídolos, Michel promete liderar o São Paulo 'desde já'

Dia 13/10/2015
14:12

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A temporada de 2016 deve ser marcada para os torcedores do São Paulo pela despedida dos últimos ídolos e referências do clube. Rogério Ceni, perto da aposentadoria, e Luis Fabiano terão os contratos encerrados em dezembro deste ano, bem como Alexandre Pato e o empréstimo do Corinthians. Diante deste cenário, Michel Bastos já se candidata para assumir a responsabilidade no elenco tricolor imediatamente.

- Acho que, hoje em dia, já me sinto um jogador com espaço e liberdade para liderar. Independentemente da saída de Ceni, Luis e Pato, posso agir assim. São jogadores importantes e de história. Sempre me coloquei à disposição e já tento ser um exemplo, colocar minha experiência neste grupo. Sou um dos mais velhos, então tento liderar mais desde já - prometeu o camisa 7.

O meia tem sido o capitão mais frequente diante das seguidas ausências de Ceni, que tenta se livrar de lesão no músculo adutor da coxa direita. Além disso, Michel é o jogador mais utilizado por Juan Carlos Osorio, desde a chegada do técnico no início de junho: são 20 jogos com o colombiano, com 19 aparições do versátil atleta como titular. A única ausência foi diante do Figueirense, quando foi poupado.

- Sou um dos poucos jogadores que foi titular em todas partidas com ele, então tenho que aproveitar isso. Sabendo que é um treinador que roda bastante, jogar sempre prova a confiança. Não discordo em nada, deixo a critério dele a posição em que possa ajudar mais a equipe. Entendo os torcedores, que se acostumaram a ver gols e passes, mas eles também precisão entender que hoje faço outras funções, como volante e lateral-esquerdo - afirmou.

Confira outras respostas de Michel Bastos sobre seu momento no São Paulo:

Prefere atuar mais perto do gol? Pediu para o Osorio?
Ele vem conversando comigo e já escutou que tenho minha preferência, mas que nunca me importei de fazer outras funções. Osorio vê que pode usufruir de mim em várias posições. O Pato pode ser em duas, Luis em uma e eu em várias. E pediu para que eu compreenda, e eu aceitei. Fico feliz pela confiança. Sempre tive concorrência de qualidade nos clubes onde passei. Cada um tem que trabalhar e deixar a critério do treinador. Tento ver sempre que é melhor ter mais jogadores de qualidade.

Seu rendimento caiu do primeiro semestre para este?
Não concordo que houve uma queda. As pessoas olham mais as estatísticas do que o que venho fazendo em campo. No primeiro semestre, fiz uma função que eu precisava fazer gol e dar passe. Hoje faço outra função, que afasta do gol, da área. Por isso não concordo. Eu sempre jogo, Osorio diz que cumpro o que foi pedido.

Como vê a oscilação do time e agora esta série de quatro jogos de invencibilidade?
Quando ganha o ambiente é sempre bom, mas aqui sempre tentamos manter uma harmonia boa. Você acaba chegando cabisbaixo de derrotas, mas logo tentamos conversar um com o outro, levantar a cabeça. Tem que seguir em frente. Tentamos sempre ter um ambiente bom. A gente sabe que teve altos e baixos que nos prejudicaram. Sei que poderia estar melhor, mas não jogamos a toalha ainda pelo campeonato. Estamos distantes do título, mas não podemos jogar a toalha ainda. Tudo pode acontecer. A briga é pela Libertadores também, um objetivo além do título que ainda temos esperança. 

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