Como escudo de gigante carioca ajudou Polícia do Rio a combater contravenção
Emblema do clube era usado para identificar máquinas caça-níqueis

O escudo do Fluminense foi peça-chave para a polícia desvendar um assassinato que mexeu com o Rio de Janeiro. Torcedor fanático do clube, Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, usava a imagem do gigante carioca em contravenções mapeadas pela polícia. Os detalhes da investigação foram revelados pelo jornal "O Globo".
➡️ Siga o Lance! Fora de Campo no WhatsApp e saiba o que rola fora das 4 linhas
A conexão foi desvendada pela Delegacia de Homicídios, no decorrer da investigação do assassinato de Antônio Gaspazianne Mesquita Chaves, de 33 anos, que ocorreu em junho do ano passado. Os policiais descobriram que Gaspazianne manipulava lacres de máquinas caça-níquel para inflar os ganhos, prática conhecida no meio como "tombo nas máquinas".
➡️ PF investiga Bruno Henrique: cronologia e divisão do esquema de apostas
A polícia chegou ao responsável pela contravenção naquela região do Rio, Adilsinho, graças ao padrão dos lacres encontrados nas máquinas, que traziam o escudo do Fluminense estampado.
Adilsinho fundou clube inspirado no Fluminense
Segundo apurou o Lance!, Adilsinho é torcedor fanático do Fluminense e, em 2010, fundou um time de futebol, o Clube Atlético da Barra da Tijuca, com cores idênticas às do Tricolor das Laranjeiras.
Atualmente, todas as máquinas que pertencem a ele, localizadas da Zona Sul ao bairro da Tijuca, na Zona Norte, têm esse lacre com o escudo do Fluminense como identificação.
Os atuais operadores das máquinas caça-níqueis, instaladas nos bares do Centro e de Vila Isabel, são integrantes do grupo criminoso organizado e liderado por Adilsinho, apontado como um dos principais nomes da máfia dos cigarros ilegais do Rio de Janeiro.

Polícia ataca contravenção no Rio
Gaspazianne foi assassinado com 17 disparos à queima-roupa por um motociclista contratado para executá-lo, enquanto inspecionava suas máquinas em Vila Isabel.
De acordo com as apurações conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Antônio Gaspazianne Mesquita Chaves, de 33 anos, estava desviando parte dos lucros gerados pelas máquinas caça-níqueis instaladas em seus estabelecimentos — ao menos seis bares localizados em Copacabana, no Centro e em Vila Isabel. Ele ficava com uma fatia maior do que os 25% previamente combinados para os dez equipamentos que operavam nos bares "Parada Obrigatória".
Tudo sobre

Fora de Campo
Após demissão na Globo, Joanna de Assis fecha com novo canal
Há 6 horas
Fora de Campo
Modo carreira do EA FC 27 junta boas ideias, mas precisa de ajustes
Há 6 horas
Fora de Campo
Amazon negocia com medalhão da Globo para substituir Rômulo Mendonça
Há 7 horas
Fora de Campo
Rizek analisa mudança da CBF no Brasileirão: 'Lei burra'
Há 7 horas
Fora de Campo
Análise: EA FC 27 acerta com The Grounds e fortalece modos online
Há 9 horas
Fora de Campo
Fluminense lamenta morte de Zuenir Ventura, referência no jornalismo e tricolor apaixonado
Há 14 horasMais LANCE!

OPINIÃO: série 'Adriano Imperador' só confirma o que todo mundo já sabia dele

Torcida do Flamengo brinca com Arrascaeta após vídeo: 'Passou do ponto'

Caio Ribeiro é sincero sobre permanência de Diniz no Corinthians: 'Não é'

Mudança da CBF no Brasileirão divide opiniões: 'Tem que retirar'

Decisão de clubes do Brasileirão sobre estrangeiros agita torcedores: 'Loucura'

Neto revela apreensão com momento do Corinthians: 'Morrendo de medo'

Eric Faria aponta chave para subida de desempenho do Palmeiras: 'Agrega muito'

ESPN ganha concorrência e também irá transmitir a Copa do Brasil

Flamengo: dublador revela discussão entre Pedro e Jardim

Vini Jr. lidera Seleção de Ancelotti no EA FC 27; veja as notas

Sóbis eleva o tom sobre atitude de Pedro, do Flamengo: 'Não tinha o direito'

Lance em Athletico x Bahia revolta torcedores do Fluminense: 'Ainda prejudica'

Atitude de Pedro em Flamengo x RB Bragantino repercute: 'Não me desce'



