Esporte e o mundo sem fronteiras

O esporte global está vivendo um grande processo de integração de mercados. Os times europeus há tempos já mostraram esse interesse em expandir suas marcas para diferentes partes do planeta. O caminho é aproveitar a força de suas marcas e de seus ídolos, em partidas amistosas e outras ações comerciais na Ásia, Oriente Médio, EUA e Oceania.
O caminho é sempre buscar uma aproximação com seus fãs ao redor do planeta, com o apoio de marcas patrocinadoras, muitas delas internacionais e com interesse também nesses mercados. Assim, os clubes atingem seus objetivos de buscar novas receitas em mercados emergentes e distantes da crise financeira, que assola seus mercados domésticos.
Esse trabalho de expansão global também é uma estratégia atual da NBA, que tem um diferencial para a globalização, já que é a única liga dos EUA que administra uma modalidade esportiva praticada em todo o mundo, o basquete. No último fim de semana a NBA realizou um jogo amistoso de pré-temporada no Brasil. A partida fez parte do NBA Global Games, o projeto de expansão global concebido pela liga americana de basquete, com previsão de jogos na Turquia, Espanha, Inglaterra, Filipinas, Taiwan, China e México.
A NBA enfrenta um crescimento muito baixo de suas receitas nos EUA nos últimos anos e também vislumbrou na expansão global de seu negócio, um caminho na busca de recursos em novos mercados. As cifras movimentadas pela NBA atingiram US$ 3,7 bilhões na temporada 2011-12, uma queda de 7% em relação à temporada anterior, quando faturou US$ 3,9 bilhões. O recuo foi resultado de uma greve patronal verificada naquela temporada e também devido ao desaquecimento do mercado. O faturamento atual é similar ao registrado há cinco anos. Nos últimos oito anos, a liga cresceu em média 2% ao ano.

Assim, a NBA percebeu que para crescer não poderia mais depender exclusivamente do mercado norte-americano. Este trabalho foi iniciado na China com muito êxito e agora busca novos horizontes em mercados importantes como Brasil, Turquia e México, por exemplo. Este é mais um exemplo para nosso mercado, já que nossos clubes de futebol ainda não perceberam que o mundo não os conhece e cada vez será mais difícil ter um diferencial nessa briga de gigantes esportivos globais, contra marcas nacionais e muitas até regionais.
Infelizmente não vejo nenhuma iniciativa atual que possa reverter esse quadro no curto e médio prazo, o que nos deixa cada vez mais distantes de bilhões de dólares em receitas, em mercados cada vez mais importantes para os gigantes do futebol europeu, que já conquistaram corações e mentes, nos cinco continentes do planeta.
O esporte global está vivendo um grande processo de integração de mercados. Os times europeus há tempos já mostraram esse interesse em expandir suas marcas para diferentes partes do planeta. O caminho é aproveitar a força de suas marcas e de seus ídolos, em partidas amistosas e outras ações comerciais na Ásia, Oriente Médio, EUA e Oceania.
O caminho é sempre buscar uma aproximação com seus fãs ao redor do planeta, com o apoio de marcas patrocinadoras, muitas delas internacionais e com interesse também nesses mercados. Assim, os clubes atingem seus objetivos de buscar novas receitas em mercados emergentes e distantes da crise financeira, que assola seus mercados domésticos.
Esse trabalho de expansão global também é uma estratégia atual da NBA, que tem um diferencial para a globalização, já que é a única liga dos EUA que administra uma modalidade esportiva praticada em todo o mundo, o basquete. No último fim de semana a NBA realizou um jogo amistoso de pré-temporada no Brasil. A partida fez parte do NBA Global Games, o projeto de expansão global concebido pela liga americana de basquete, com previsão de jogos na Turquia, Espanha, Inglaterra, Filipinas, Taiwan, China e México.
A NBA enfrenta um crescimento muito baixo de suas receitas nos EUA nos últimos anos e também vislumbrou na expansão global de seu negócio, um caminho na busca de recursos em novos mercados. As cifras movimentadas pela NBA atingiram US$ 3,7 bilhões na temporada 2011-12, uma queda de 7% em relação à temporada anterior, quando faturou US$ 3,9 bilhões. O recuo foi resultado de uma greve patronal verificada naquela temporada e também devido ao desaquecimento do mercado. O faturamento atual é similar ao registrado há cinco anos. Nos últimos oito anos, a liga cresceu em média 2% ao ano.

Assim, a NBA percebeu que para crescer não poderia mais depender exclusivamente do mercado norte-americano. Este trabalho foi iniciado na China com muito êxito e agora busca novos horizontes em mercados importantes como Brasil, Turquia e México, por exemplo. Este é mais um exemplo para nosso mercado, já que nossos clubes de futebol ainda não perceberam que o mundo não os conhece e cada vez será mais difícil ter um diferencial nessa briga de gigantes esportivos globais, contra marcas nacionais e muitas até regionais.
Infelizmente não vejo nenhuma iniciativa atual que possa reverter esse quadro no curto e médio prazo, o que nos deixa cada vez mais distantes de bilhões de dólares em receitas, em mercados cada vez mais importantes para os gigantes do futebol europeu, que já conquistaram corações e mentes, nos cinco continentes do planeta.

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