icons.title signature.placeholder Felipe Mendes, enviado especial*
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07/07/2013
16:48

A judoca Rochele Nunes tinha uma dura missão na final da categoria pesado (+78kg), na Universíade de Kazan, na Rússia: vencer a cubana Idalys Ortiz, campeã olímpica em Londres-2012. E ela conseguiu faltando quatro segundos para o fim da luta. Em entrevista ao LANCE!Net após a conquista da medalha, a brasileira afirmou que prefere não pensar no currículo da adversária.

- Não foi a primeira vez que ganhei dela, mas trata-se de uma rival muito forte, que tem um ouro e um bronze em Olimpíadas. Só que no judô não existe favoritismo. Isso ficou claro hoje. Não vejo os títulos dela. Ela ganhou, está de parabéns, mas procuro não ver isso como dificuldade. Meu mérito só aumenta quando ganho de uma judoca com um currículo desses - disse Rochele, que agora está empatada com a cubana nos confrontos: 2 a 2.

A brasileira perdia a luta por punição até os segundos finais. Foi quando acertou um golpe e obteve um yuko.

- Quando faltavam 26 segundos, olhei para o cronômetro e pensei: perdi. Eu estava lutando bem, até achei que a punição tinha sido injusta. Mas quando faltavam sete segundos, percebi que ela estava cansada. Arrisquei um último golpe e consegui derrubá-la - prosseguiu Rochele.

Considerando essa como uma das medalhas mais importantes de sua carreira, a brasileira de 24 anos ficou ainda mais feliz ao saber que se tornou a primeira judoca do país a conquistar uma medalha de ouro em Universíades. Para ela, que autografou uma réplica em papel da medalha para o Museu da Universíade, esse feito representa o crescimento do judô feminino do Brasil.

- Espero que essa seja só a primeira de muitas outras na competição - finalizou a atleta, que tem treinado em 2013 focada em conquistar sua vaga no Mundial do Rio de Janeiro, em agosto.

* O repórter viaja a convite da CBDU

L!TV acompanha a linda festa de abertura da Universíade

A judoca Rochele Nunes tinha uma dura missão na final da categoria pesado (+78kg), na Universíade de Kazan, na Rússia: vencer a cubana Idalys Ortiz, campeã olímpica em Londres-2012. E ela conseguiu faltando quatro segundos para o fim da luta. Em entrevista ao LANCE!Net após a conquista da medalha, a brasileira afirmou que prefere não pensar no currículo da adversária.

- Não foi a primeira vez que ganhei dela, mas trata-se de uma rival muito forte, que tem um ouro e um bronze em Olimpíadas. Só que no judô não existe favoritismo. Isso ficou claro hoje. Não vejo os títulos dela. Ela ganhou, está de parabéns, mas procuro não ver isso como dificuldade. Meu mérito só aumenta quando ganho de uma judoca com um currículo desses - disse Rochele, que agora está empatada com a cubana nos confrontos: 2 a 2.

A brasileira perdia a luta por punição até os segundos finais. Foi quando acertou um golpe e obteve um yuko.

- Quando faltavam 26 segundos, olhei para o cronômetro e pensei: perdi. Eu estava lutando bem, até achei que a punição tinha sido injusta. Mas quando faltavam sete segundos, percebi que ela estava cansada. Arrisquei um último golpe e consegui derrubá-la - prosseguiu Rochele.

Considerando essa como uma das medalhas mais importantes de sua carreira, a brasileira de 24 anos ficou ainda mais feliz ao saber que se tornou a primeira judoca do país a conquistar uma medalha de ouro em Universíades. Para ela, que autografou uma réplica em papel da medalha para o Museu da Universíade, esse feito representa o crescimento do judô feminino do Brasil.

- Espero que essa seja só a primeira de muitas outras na competição - finalizou a atleta, que tem treinado em 2013 focada em conquistar sua vaga no Mundial do Rio de Janeiro, em agosto.

* O repórter viaja a convite da CBDU

L!TV acompanha a linda festa de abertura da Universíade