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26/08/2015
06:52

Com 11 gols marcados, Gabigol é o vice-artilheiro do Santos na temporada, mas seus números tiveram uma ascensão relevante só mesmo após a chegada do técnico Dorival Júnior. Em apenas dez jogos com o treinador, o camisa 10 marcou sete vezes. Em resumo: ele tinha quatro gols em 27 jogos com Marcelo Fernandes e já fez sete gols em menos da metade desse número de partidas com Dorival, que nunca cogitou utilizar outra peça na vaga de Robinho.

Gabigol entra em campo nesta quarta-feira, às 22h, para a volta das oitavas de final da Copa do Brasil, como principal artilheiro do Santos na 'era Dorival'. Uma de suas vítimas, aliás, foi o Corinthians, que tentará inverter a vantagem do Peixe na arena de Itaquera. Às vésperas de completar 19 anos, o goleador precoce do Peixe tem uma explicação simples para a boa fase que vive atualmente:

– Acho que é porque eu tive mais sequência de jogos. Antes eu não havia tido uma sequência tão grande neste ano. Além disso, também tem a confiança do Dorival e do grupo de saber que eu tenho um potencial grande e, claro, minha dedicação. Graças a Deus está tudo dando certo – afirmou o camisa 10, ansioso para o clássico, ao LANCE!.

Com sequência de jogos inédita e confiança do novo treinador após reuniões com todo o grupo, Gabigol se animou para dar a volta por cima e nem deixar Dorival pensar em alternativas como Neto Berola ou Leandro, que ainda nem foram titulares pelo Peixe após serem contratados.

Apesar da sequência inicial ter sido ruim, o baque da saída de Robinho já está superado, e o Peixe animado por mais um título nesta temporada. Agora sem o velho ídolo.

– Temos que controlar a empolgação pela vantagem, porque foi um bom resultado, mas não tem nada decidido. A gente espera fazer um grande jogo na volta também e continuar sonhando na Copa do Brasil – torce o camisa 10.

O sonho depende do jogo desta quarta-feira.

OS QUATRO MANDAMENTOS:

REUNIÃO - Assim que ficaram sabendo que o técnico Marcelo Fernandes voltaria a ser auxiliar, jogadores se reuniram para discutir a necessidade de uma nova postura após quatro derrotas seguidas. Reação de todos começou ali.

CONFIANÇA - Dorival conversou com diversos atletas do Santos logo após sua chegada, e Gabigol foi um deles. Após o papo, o treinador deu ao camisa 10 uma sequência de jogos como titular que ele ainda não havia tido na temporada.

INSPIRAÇÃO - Quando ainda estava nas categorias de base do Santos, Gabigol curtia ir à Vila Belmiro acompanhar os jogos do Santos comandado por Dorival Júnior em 2010. Os lances de Neymar, Robinho e Ganso e a ofensividade chamaram sua atenção.

DEDICAÇÃO - Cobrado até pelos familiares a melhorar seu poder de marcação, Gabigol passou a se dedicar mais aos treinamentos e às orientações de Dorival Júnior. Durante a sequência positiva, foi elogiado sobre seu comprometimento à equipe agora.

BATE-BOLA com GABIGOL
ATACANTE DO SANTOS, ao LANCE! 

Antes do Corinthians, só se falava que o Santos de Dorival havia vencido rivais fáceis. O jogo da semana passada mudou isso?
Eu acho que no futebol brasileiro não tem mais essa coisa de time fácil. Todos os jogos foram difíceis para a gente, e contra o Corinthians também. Claro que é um clássico, é diferente, contra o nosso maior rival, mas acho que nosso time está jogando muito bem em todos os jogos, conseguimos uma sequência de vitórias e empates também, que é importante, porque não perder traz confiança, e acho que não tem jogo fácil.

A que se deve o embalo com o novo técnico?
Nós sempre soubemos da qualidade do nosso elenco, que é muito forte, e não podia estar nessa situação. A gente se reuniu, conversou, sabia do nosso potencial, o professor passou confiança. Aí foi uma questão de dedicação nos treinos, e essa foi uma evolução natural. Nosso time está bem, está tendo posse de bola, criando várias chances com a chegada do Dorival. Mas todo mundo sabia que a gente podia dar mais, agora nos fechamos de novo e estamos indo bem.

O Dorival fez história em 2010 com o título da Copa do Brasil. Acha que pode fazer de novo agora?
Eu acompanhei um pouquinho ele no Santos quando estava na base, sempre ia ver os jogos no estádio. Ele é um cara que tem passado muita confiança para a gente, para mim também, tem sido muito importante. Torço para que ele fique bastante tempo aqui e eu aprenda cada dia mais.

Você está gostando dessa coisa de fazer gol no Corinthians...
(Risos) Clássico é muito importante, grandes jogadores fazem gols em grandes jogos, e eu procuro fazer meu máximo, estar bem concentrado e focado nesse tipo de jogo para fazer os gols. Claro que fazer gol em rival é bom, mas quero fazer gols sempre. No primeiro jogo a vitória foi o mais importante.

Com 11 gols marcados, Gabigol é o vice-artilheiro do Santos na temporada, mas seus números tiveram uma ascensão relevante só mesmo após a chegada do técnico Dorival Júnior. Em apenas dez jogos com o treinador, o camisa 10 marcou sete vezes. Em resumo: ele tinha quatro gols em 27 jogos com Marcelo Fernandes e já fez sete gols em menos da metade desse número de partidas com Dorival, que nunca cogitou utilizar outra peça na vaga de Robinho.

Gabigol entra em campo nesta quarta-feira, às 22h, para a volta das oitavas de final da Copa do Brasil, como principal artilheiro do Santos na 'era Dorival'. Uma de suas vítimas, aliás, foi o Corinthians, que tentará inverter a vantagem do Peixe na arena de Itaquera. Às vésperas de completar 19 anos, o goleador precoce do Peixe tem uma explicação simples para a boa fase que vive atualmente:

– Acho que é porque eu tive mais sequência de jogos. Antes eu não havia tido uma sequência tão grande neste ano. Além disso, também tem a confiança do Dorival e do grupo de saber que eu tenho um potencial grande e, claro, minha dedicação. Graças a Deus está tudo dando certo – afirmou o camisa 10, ansioso para o clássico, ao LANCE!.

Com sequência de jogos inédita e confiança do novo treinador após reuniões com todo o grupo, Gabigol se animou para dar a volta por cima e nem deixar Dorival pensar em alternativas como Neto Berola ou Leandro, que ainda nem foram titulares pelo Peixe após serem contratados.

Apesar da sequência inicial ter sido ruim, o baque da saída de Robinho já está superado, e o Peixe animado por mais um título nesta temporada. Agora sem o velho ídolo.

– Temos que controlar a empolgação pela vantagem, porque foi um bom resultado, mas não tem nada decidido. A gente espera fazer um grande jogo na volta também e continuar sonhando na Copa do Brasil – torce o camisa 10.

O sonho depende do jogo desta quarta-feira.

OS QUATRO MANDAMENTOS:

REUNIÃO - Assim que ficaram sabendo que o técnico Marcelo Fernandes voltaria a ser auxiliar, jogadores se reuniram para discutir a necessidade de uma nova postura após quatro derrotas seguidas. Reação de todos começou ali.

CONFIANÇA - Dorival conversou com diversos atletas do Santos logo após sua chegada, e Gabigol foi um deles. Após o papo, o treinador deu ao camisa 10 uma sequência de jogos como titular que ele ainda não havia tido na temporada.

INSPIRAÇÃO - Quando ainda estava nas categorias de base do Santos, Gabigol curtia ir à Vila Belmiro acompanhar os jogos do Santos comandado por Dorival Júnior em 2010. Os lances de Neymar, Robinho e Ganso e a ofensividade chamaram sua atenção.

DEDICAÇÃO - Cobrado até pelos familiares a melhorar seu poder de marcação, Gabigol passou a se dedicar mais aos treinamentos e às orientações de Dorival Júnior. Durante a sequência positiva, foi elogiado sobre seu comprometimento à equipe agora.

BATE-BOLA com GABIGOL
ATACANTE DO SANTOS, ao LANCE! 

Antes do Corinthians, só se falava que o Santos de Dorival havia vencido rivais fáceis. O jogo da semana passada mudou isso?
Eu acho que no futebol brasileiro não tem mais essa coisa de time fácil. Todos os jogos foram difíceis para a gente, e contra o Corinthians também. Claro que é um clássico, é diferente, contra o nosso maior rival, mas acho que nosso time está jogando muito bem em todos os jogos, conseguimos uma sequência de vitórias e empates também, que é importante, porque não perder traz confiança, e acho que não tem jogo fácil.

A que se deve o embalo com o novo técnico?
Nós sempre soubemos da qualidade do nosso elenco, que é muito forte, e não podia estar nessa situação. A gente se reuniu, conversou, sabia do nosso potencial, o professor passou confiança. Aí foi uma questão de dedicação nos treinos, e essa foi uma evolução natural. Nosso time está bem, está tendo posse de bola, criando várias chances com a chegada do Dorival. Mas todo mundo sabia que a gente podia dar mais, agora nos fechamos de novo e estamos indo bem.

O Dorival fez história em 2010 com o título da Copa do Brasil. Acha que pode fazer de novo agora?
Eu acompanhei um pouquinho ele no Santos quando estava na base, sempre ia ver os jogos no estádio. Ele é um cara que tem passado muita confiança para a gente, para mim também, tem sido muito importante. Torço para que ele fique bastante tempo aqui e eu aprenda cada dia mais.

Você está gostando dessa coisa de fazer gol no Corinthians...
(Risos) Clássico é muito importante, grandes jogadores fazem gols em grandes jogos, e eu procuro fazer meu máximo, estar bem concentrado e focado nesse tipo de jogo para fazer os gols. Claro que fazer gol em rival é bom, mas quero fazer gols sempre. No primeiro jogo a vitória foi o mais importante.