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21/07/2014
08:00

O Palmeiras, 12º colocado do Brasileirão, está mais próximo da zona de rebaixamento do que do G4: são cinco pontos a mais que o Vitória, 17º colocado, e seis pontos a menos que o Atlético-PR, que está em quarto. A distância para o líder Cruzeiro é ainda maior: 13 contra 25. O presidente Paulo Nobre, porém, diz que brigar contra a degola no ano do centenário nem passa pela cabeça.

- Não trabalhamos com hipótese de rebaixamento. Estamos tentando ter o melhor time possível para honrar as cores do Palmeiras em campo. Eu, como presidente, estou fazendo a minha parte. O Gareca faz a parte dele na questão técnica e os jogadores em campo - disse o mandatário, neste domingo, dia em que o Verdão perdeu por 2 a 1 para o Cruzeiro, no Pacaembu.

Foi o segundo jogo do argentino Ricardo Gareca no comando e a segunda derrota - a primeira foi para o Santos, por 2 a 0, fora de casa. Ele já avisou que precisa de reforços e tem indicado diversos nomes à diretoria: o meia Maxi Moralez, do Atalanta (ITA), e os atacantes Facundo Ferreyra, do Shakhtar (UKR) e Lucas Pratto, do Vélez (ARG), são os principais alvos. Mas o presidente se recusa a se aprofundar sobre o assunto:

- O Palmeiras está aberto para qualquer bom jogador, do mundo inteiro, que possa vir com responsabilidade financeira. Estamos constantemente trabalhando. Desde o primeiro dia do meu mandato estamos atentos a qualquer jogador. Não existe grupo fechado, nem para chegadas, nem para saídas - acrescentou, em discurso bem ensaiado e repetido desde que assumiu.

Ele também não entra em detalhes sobre o novo estádio do clube. A construtora WTorre diz que o Allianz Parque ficará pronto em agosto, mas o gramado foi plantado semana passada e precisa de 45 dias para se fixar. Também há muito o que fazer no acabamento, além da instalação das cadeiras. Ficará pronto ainda neste ano, Nobre?

- Espero que o quanto antes. Eu sou sempre otimista, espero que sim.