icons.title signature.placeholder Michel Castellar
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01/07/2013
08:18

O governo federal não gostou das declarações dadas em entrevista ao L!Net pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter, e no domingo cobrou explicações da entidade máxima do futebol. A principal queixa foi quanto às declarações do dirigente de que o Brasil pouco investiu em infraestrutura para a realização da Copa do Mundo, enquanto construiu belos estádios sem explorar recursos da iniciativa privada.

– Penso que, em um país que ainda é identificado como a sexta economia do mundo, eu posso entender agora toda essa reação em torno dos protestos. Mas não posso entender o porquê, entre 2007 e 2013, nada mais foi feito, de acordo com o que foi estabelecido, de que os estádios seriam construídos por fundos privados e a infraestrutura, que será usada pela população do país, entregue – disse o presidente da Fifa, durante a entrevista, publicada no domingo e que terá uma segunda parte na terça-feira.

A declaração irritou o governo que, via Ministério do Esporte, procurou a Fifa para demonstrar seu descontentamento.

Não foi a primeira vez que o governo federal exigiu que Blatter se retratasse. Durante a Olimpíada de Londres, em 26 de julho de 2013, o dirigente disse que havia cidades brasileiras com obras em vermelho.

Na noite do dia 26, durante festa na Casa Brasil, QG brasileiro em Londres, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, tirou satisfações com Blatter. Ao término do evento, a Fifa emitiu um comunicado.

- O trabalho está em andamento nos estádios, nas estradas e nos aeroportos. Há ainda muito a fazer, mas estamos no bom caminho e atualmente não há estádios no vermelho - relatou trecho da nota da Fifa, que retificou a declaração incômoda de presidente, feita logo após se encontrar com a presidente Dilma Rousseff, em um luxuoso hotel de Londres.

Blatter exclusivo! Chefão da Fifa critica o legado brasileiro

O governo federal não gostou das declarações dadas em entrevista ao L!Net pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter, e no domingo cobrou explicações da entidade máxima do futebol. A principal queixa foi quanto às declarações do dirigente de que o Brasil pouco investiu em infraestrutura para a realização da Copa do Mundo, enquanto construiu belos estádios sem explorar recursos da iniciativa privada.

– Penso que, em um país que ainda é identificado como a sexta economia do mundo, eu posso entender agora toda essa reação em torno dos protestos. Mas não posso entender o porquê, entre 2007 e 2013, nada mais foi feito, de acordo com o que foi estabelecido, de que os estádios seriam construídos por fundos privados e a infraestrutura, que será usada pela população do país, entregue – disse o presidente da Fifa, durante a entrevista, publicada no domingo e que terá uma segunda parte na terça-feira.

A declaração irritou o governo que, via Ministério do Esporte, procurou a Fifa para demonstrar seu descontentamento.

Não foi a primeira vez que o governo federal exigiu que Blatter se retratasse. Durante a Olimpíada de Londres, em 26 de julho de 2013, o dirigente disse que havia cidades brasileiras com obras em vermelho.

Na noite do dia 26, durante festa na Casa Brasil, QG brasileiro em Londres, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, tirou satisfações com Blatter. Ao término do evento, a Fifa emitiu um comunicado.

- O trabalho está em andamento nos estádios, nas estradas e nos aeroportos. Há ainda muito a fazer, mas estamos no bom caminho e atualmente não há estádios no vermelho - relatou trecho da nota da Fifa, que retificou a declaração incômoda de presidente, feita logo após se encontrar com a presidente Dilma Rousseff, em um luxuoso hotel de Londres.

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