Ring girl do UFC fala ao L!: 'Somos tão importantes quanto um árbitro'
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Foi se o tempo onde o MMA passava a imagem de ser apenas um esporte violento e perigoso aos atletas. Hoje, o UFC mostra que, mais do que um evento de lutas, um show da franquia é um verdadeiro entretenimento. Se durante os combates o clima é de adrenalina, existem mulheres que ajudam a aliviar a tensão do público e entreter a plateia nos intervalos das lutas. São as ring girls. Com seus uniformes e a placa indicando em qual round um duelo está, as modelos do Ultimate desfilam suas curvas nos eventos do Ultimate pelo mundo. Para falar um pouco sobre o sucesso do trabalho desempenhado por elas, o LANCE! falou com Camila Oliveira, primeira ring girl brasileira da história da organização.
Personagens muito bem trabalhadas pelo UFC com eventos como sessões de autógrafos e sessões de perguntas e respostas, as ring girls são responsáveis também por acumular fãs ao redor do mundo, o que amplia o alcance e diversifica o número de fãs. Ao ser perguntada sobre sua função no mundo do MMA e o quanto ela colabora para o crescimento da participação feminina no esporte, Camila declarou que o sucesso das ring girls diante do trabalho feito pelo UFC ajuda a evitar o preconceito no esporte.
- Sempre sonhei em ser conhecida e o UFC me deu a oportunidade de ser uma octagon girl (ou ring girl) e com isso meu sonho se realizou. Hoje em dia, sou conhecida não só no Brasil, mas mundialmente também. A ring girl é tão importante quanto um árbitro. A Octagon Girl tem seu dever de mostrar ao público em qual round está a luta. Deixá-los atualizados do show em geral e entretê-los. Acho que o nosso trabalho ajuda na parte de não haver preconceito com as mulheres dentro do esporte. Tanto dentro do octógono quanto fora dele - declarou a modelo, que tem 23 anos e se diz "chocólatra".
A musa ainda fala sobre o significado que é ser a primeira representante tupiniquim como ring girl do maior evento de MMA do mundo, ressalta que apesar de chamar a atenção pelas curvas e simpatia uma ring girl também deve entender sobre MMA, e manda uma mensagem às mulheres do mundo das lutas.
- É uma honra pra mim. Me sinto honrada por ser a primeira ring girl brasileira da história e fazer esse trabalho com o UFC. Afinal, eu também entrei para a historia do UFC né?! (risos). Acho importante uma ring girl entender um pouco sobre o esporte. Não precisa ser muito técnica, mas é legal saber o que está acontecendo ali dentro do octógono. Nós, mulheres, não podemos nos importar com preconceitos, estamos crescendo muito dentro desse mundo que antigamente era apenas homens. Estamos conquistando nosso espaço - finalizou.
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