Por questões logísticas, faixa do Fluminense é vetada

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Com os ingressos já esgotados, o GEPE teve de tomar uma medida para facilitar a logística do jogo: proibir a entrada da faixa "Lutem Até O Fim", que a torcida tricolor está acostumada a ver nas arquibancadas do Engenhão. No entanto, o Tenente-Coronel do GEPE, João Florentini, nega que tenha algum caráter de censura neste veto.
- Não tenho nada contra esta faixa. Ela já foi utilizada outras vezes, inclusive em jogos sob meu comando. O veto foi por questões logísticas. Se eu deixar cada torcedor colocar suas faixas, teríamos 30 mil delas. No setor em que o torcedor queria colocar, somente uma torcida organizada do Fluminense não utiliza. As demais penduram suas faixas e, ainda assim, falta espaço - disse Florentini.
O Tenente-Coronel lembrou ainda de outras situações em que foi obrigado a vetar, mas por questões ofensivas e não logísticas, e comparou com o caso tricolor.
- A faixa não tem nada ofensivo. No jogo de quarta-feira, do Vasco, deixei a torcida colocar peças cobrando o dinheiro e contratações de jogadores. Isso faz parte dos protestos e deixei entrar. Havia ofensas pessoais, xingando algumas pessoas nominalmente. Estas eu vetei. Assim como na partida do Atlético-MG cotnra o Flamengo, no Engenhão, a torcida mineira trouxe uma faixa ofendendo um ex-árbitro de futebol. Também não deixei entrar - disse o Tenente-Coronel, que ainda citou um outro caso ligado à logística.
- Houve um jogo do Botafogo em que um torcedor queria entrar com uma faixa de sete metros em homenagem ao Garrincha. Só que no Setor Norte já ficam três organizadas. Tive que vetar - concluiu.
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